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Empresários pedem ‘socorro’ ao Governo para superar a crise

A crise financeira que afecta a economia do País desde 2014 tem provocado a falência em massa de empresas, alertam várias associações empresariais. Os homens de negócio vivem dias difíceis com o apertar do cerco da AGT, com a dificuldade de importação por falta de divisas e com o facto de o Estado ser “mau pagador” e dizem que é urgente a intervenção do Governo.

Associações de empresários de vários sectores lançaram o grito de socorro ao Governo para superar a crise financeira que afecta as actividades das empresas. Entre a exigência do pagamento de atrasados do Estado a pedidos de amnistia fiscal, muitos são os pedidos lançados desde o início do ano.

Desde a indústria transformadora à hotelaria, os empresários queixam-se do aperto ao cerco levado a cabo pela Administração Geral Tributária (AGT), bem como da falta de crédito como factores que estão na base da queda dos indicadores da actividade empresarial em Angola.

O presidente da Associação Industrial de Angola (AIA), José Severino, diz que há uma politica fiscal de “hostilidade” para com a indústria transformadora apesar de ser um sector que dinamiza a actividade económica de qualquer País.

O “patrão dos patrões” garante que as medidas fiscais adoptadas pela AGT são “desastrosas” e põe em “risco” a sobrevivência das micro e pequenas empresas.

Em declarações ao Expansão, Severino revela que é “insustentável cobrar multas às pequenas empresas” quando estas não têm contabilistas. Para assegurar a interacção entre os empresários e o Governo, pede para que as Finanças voltem a instituir o conselho de auscultação fiscal para rever algumas medidas adoptadas a partir da realidade portuguesa. (Expansão)

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