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Ministra britânica enaltece potencial para cooperar com Angola

A ministra britânica dos Negócios Estrangeiros para África e Commonwealth, Harriett Baldwin, considera existir potencial para elevar o nível das relações com Angola e contribuir para a efectiva diversificação da economia angolana.

Em declarações à Angop na embaixada britânica em Angola, Harriett Baldwin, que realiza uma visita de 48 horas à Angola, aponta como prioridades da cooperação as áreas do comércio e investimentos nos domínios dos petróleos e “vastas” outras áreas.

Aludiu que a petrolífera do seu país, a BP, é das que mais investe em Angola, ressaltando o facto do seu país, como disse, ser o “porto convergente de investimentos e entre investidores do mundo”.

Informou que mediante canais diplomáticos se espera por uma visita do Chefe de Estado angolano; João Lourenço, à Grã-Bretanha para a identificação de novas oportunidades de negócios e investimentos.

A diplomata britânica reafirmou o apoio aos esforços do governo angolano no combate a corrupção, branqueamento de capitais, terrorismo e outros crimes transnacionais.

Considera essencial que haja tolerância “zero” para estes males com o envolvimento da agência independente do seu país de combate ao crime transnacional, orgulhando-se de ter ajudado Angola a recuperar recentemente cerca de 500 milhões de dólares que haviam sido indevidamente transferidos para o exterior.

Informou ter convidado as autoridades angolanas a participar em Outubro deste ano numa conferência internacional visando estabelecer estratégias comuns de combate ao crime organizado e transnacional.

Quanto ao seu país, referiu que a retida da União Europeia deverá ser efectivada até Março do próximo ano e permitirá o resgate da soberania britânica, em respeito a vontade popular expressa em referendo, ressaltando a recuperação do controlo das fronteiras nacionais.

Apontou como prioridades o estabelecimento de parcerias “profundas”, incluindo a implementação de canais próprios de comércio, podendo estabelecer acordos com outros países sem condicionamento impostos pela União Europeia.

Descartou quaisquer preocupações quanto a defesa nacional, porquanto continuará a ser assegurada dentro do pacto existente na Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO), na qual a Grã-Bretanha é a segunda maior contribuinte, reforçado pelo facto de ser o país com maior orçamento em termos de defesa na UE.

Adianta que procurará igualmente estreitar parcerias no domínio da defesa com outros países do continente europeu.

A ministra britânica dos Negócios Estrangeiros para África e Commonwealth disse que a crise nas relações com Rússia deveu-se ao facto de se considerar provado um ataque químico no solo britânico promovido pelas autoridades russas, o primeiro desde a segunda guerra mundial (1939/1945).

Referiu que um antigo agente russo e a filha foram atacados com uma substância química, levando a internamento o agente da autoridade que o assistiu e 30 indivíduos que estiveram expostos ao produto.

Adianta organização mundial de combate às armas químicas e quatro laboratórios independentes provaram que o referido produto era de origem russa.

Agradece a onda de solidariedade que levou a expulsão de diplomatas russos em vários países do mundo, na sequência da medida tomada pela Grã-Bretanha, por considerarem inaceitável a actuação da Rússia. (Angop)

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