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Democracia e desenvolvimento constituem prioridades do Executivo angolano

A consolidação da democracia e da unidade entre os angolanos, a moralização das instituições e da sociedade angolana, a diversificação da economia e a redução das assimetrias territoriais constam das tarefas prioritárias do Executivo.

A informação foi prestada pelo Vice-presidente da República, Bornito de Sousa, quando discursava, nesta quarta-feira, no acto central do 4 de Abril, Dia da Paz e da Reconciliação Nacional, em representação do Presidente da República, João Lourenço, que efectua uma visita privada aos Estados Unidos da América.

Segundo Bornito de Sousa, num ambiente de forte restrição económica, o novo Executivo tem a árdua, mas nobre, missão de liderar o impulso ao desenvolvimento e à modernização de Angola.

Relativamente a paz vivida em Angola, disse ser a base para o desenvolvimento, bem-estar e harmonia entre os angolanos, tendo considerado a mesma como o bem mais precioso do país, desde a independência, proclamada a 11 de Novembro de 1975.

Na sua óptica, a paz permitiu a normalidade constitucional, a regularidade eleitoral e a aprovação de uma “nova” Constituição, em 2010.

Com este feito, o país deu início ao processo de reconstrução de escolas, hospitais, estradas, aeroportos, habitações, barragens hidroeléctricas, à desminagem de vastas áreas de território viabilizando o acesso à produção nos campos pelas famílias e comunidades rurais, explicou.

Para si, a consolidação das instituições democráticas, nomeadamente através da eleição regular do Presidente da República e do Parlamento, bem como a instituição dos órgãos do Poder Judicial, são ganhos da paz.

O Vice-presidente disse ainda que a mesma uniu os angolanos, promoveu a criação de Forças Armadas, de uma Polícia Nacional, de Órgãos de Inteligência, projectou e prestigiou a imagem internacional de Angola.

Na província, de Malanje onde trabalha desde terça-feira, Bornito de Sousa inteirou-se das dificuldades vividas por alguns sectores sociais.

Visitou empreendimentos público, com referência para a mediateca provincial, o Instituto Superior de Tecnologias Agro-alimentar, a Escola Amílcar Cabral, o Instituto Médio de Malanje e o Hospital do Quessua.

A 4 de Abril de 2002 foi assinado o Memorando de Entendimento Complementar ao Protocolo de Lusaka, entre o Governo angolano e a UNITA, acto que mudou o curso da história da República de Angola.

O acordo, rubricado no Palácio dos Congressos, em Luanda, e testemunhado por várias individualidades nacionais e estrangeiras, simbolizou o fim de um longo período de guerra que deixou milhares de deslocados, mutilados e órfãos.

A data foi instituída feriado nacional e passou a ser, entre os angolanos, uma referência histórica na luta do povo, por marcar uma viragem decisiva no processo político e no de desenvolvimento de Angola.

A data constitui igualmente uma das maiores conquistas do povo angolano, após a independência nacional, proclamada a 11 de Novembro de 1975, pelo fundador da nação angolana, António Agostinho Neto. (Angop)

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