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Défice orçamental da Guiné-Bissau baixa para 1,5% em 2017 – FMI

O Fundo Monetário Internacional (FMI) anunciou hoje que o défice orçamental da Guiné-Bissau baixou de 4,7% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2016 para 1,5% em 2017 e que o crescimento económico deverá situar-se nos 5,9%.

“A atividade económica manteve-se dinâmica, suportada pelos elevados preços do caju, pelo aumento do investimento e gestão prudente”, afirmou o chefe da missão do FMI, que terminou hoje a quinta e última avaliação ao país no âmbito do Programa de Crédito Alargado.

Segundo Tobias Rasmussen, o crescimento real do PIB em 2017 deverá situar-se em 5,9%, com uma inflação média de 1,1% e um défice externo da conta corrente de 0,5% do PIB.

“Como as receitas do Governo cresceram fortemente e as despesas foram contidas, o défice orçamental total, na base de compromissos, diminuiu drasticamente de 4,7% do PIB em 2016 para 1,5% em 2017”, salientou.

Tobias Rasmussen salientou, contudo, que a “extensão do crédito tem sido moderada, com altos níveis de crédito malparado e desafios persistentes decorrentes do anulado resgate bancário de 2015”.

O FMI terminou hoje a sua quinta e última avaliação ao Programa de Crédito Alargado, aprovado em julho de 2015, no valor de 23,5 milhões de dólares (cerca de 21 milhões de euros), mas as autoridades guineenses pediram que fosse prolongado por mais um ano.

O Conselho de Administração do FMI vai avaliar em junho o relatório da quinta avaliação e a prorrogação do programa. Caso seja aprovado o relatório, o FMI vai disponibilizar à Guiné-Bissau mais um empréstimo de 4,4 milhões de dólares (cerca de 3,5 milhões de euros). (Diário de Notícias)

por Lusa

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