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Polícia Nacional escapa à burla milionária tailandesa

Não existem altas patentes da Polícia Nacional no activo que tenham estabelecido parceria com à Cenntenial Energy com o propósito de beneficiarem dos tão almejados 50 mil milhões de dólares, mas sim alguns oficiais superiores reformados, segundo uma fonte de OPAÍS

O Comando Geral da Polícia Nacional não chegou a estabelecer acordo de parceria com os tailandeses da Cenntenial Energy Thailand Company, com vista a beneficiar do alegado financiamento de 50 mil milhões de dólares destinados a projectos de cariz social e humanitário, segundo uma fonte de OPAÍS.

Depois da assinatura pública do acordo com a extinta Unidade Técnica de Investimento Privado (UTIP), órgão afecto à Casa Civil do Presidente da República, o Comando Geral da Polícia Nacional foi uma das instituições a que os expatriados solicitaram audiência, na pessoa do seu responsável máximo, a fim de apresentarem a alegada linha de financiamento a que se poderiam candidatar.

Foi justamente após a referida audiência, que decorreu na sede deste órgão castrense, que foi tirada a fotografia que circula nas redes socias em que aparece o comandante-geral, Alfredo Eduardo Mingas “Panda”, ladeado pelo seu director Nacional Financeiro, por Crhistian Albano de Lemos (na condição de tradutor) e alguns dos integrantes da alegada rede de burladores.

Na ocasião, manifestaram a disponibilidade para financiar a construção de empreendimentos de cariz social para os efectivos, entre os quais residências, à semelhança do que haviam feito com as Forças Armadas Angolanas.

Entre as exigências para habilitação no processo, constava que o Comando Geral criasse uma empresa que se encarregaria da gestão do projecto habitacional e que a construtora seria também indicada por eles.

O comandante-geral, por seu turno, opôs-se a tais exigências, considerando-as de desnecessárias, uma vez que a corporação detém a maior organização mutualista do país, o Cofre de Providência do Pessoal da Polícia Nacional, que há anos se tem dedicado à construção de habitações, entre outros empreendimentos de cariz social para os efectivos. No entanto, depois da reunião, elaborou-se uma acta que foi enviada ao ministro do Interior, Ângelo Veiga Tavarês, para a sua análise e aprovação.

Dias depois de ter recebido o parecer do ministro, que terá recomendado a máxima prudência, a proposta emperrou e a rede foi desmantelada entre os dias 23 e 24 de Fevereiro. (O País)

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