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Polícia advoga partilha de informação com as comunidades

Com o objectivo de dar melhor resposta a situação da criminalidade que ocorre no município de Cacuaco, província de Luanda, a Polícia Nacional, apela à partilha de informação no sentido de maior proximidade e melhores resultados a nível da segurança às comunidades.

Em declarações à Angop, o Comandante Municipal de Cacuaco, sub-comissário Amaro Franco, disse que o policiamento de proximidade se baseia na maior interacção entre a Polícia e o cidadão, no sentido de fazer com que este perceba que a responsabilidade sobre a segurança pública é uma questão de todos.

No que toca a situação criminal no território, o subcomissário Amaro Franco fez saber que está controlada, mas que inspira alguns cuidados, embora no cômputo geral “existam altos e baixos”.

Aquela patente da Polícia Nacional disse que, em média diária, o município mais ao norte de Luanda regista entre nove a 10 casos de crimes.

Apontou como as zonas mais delituosas os bairros da Vidrul, Belo Monte, Kicolo, Paraíso e Augusto Ngangula, onde os casos de violações sexuais de menores, homicídios, roubos na via pública e assalto a residências com recurso a arma de fogo, têm sido os de maior monta.

Para dirimir esta situação, a aposta no envolvimento das áreas sociais, sobretudo as administrações comunais, tem sido uma das opções, pois o comandante considera que a polícia não pode por si, só, dar resposta a tudo.

Por este motivo, afirmou, existem as reuniões com as comunidades no sentido de trocar informações no âmbito do policiamento de proximidade.

Quanto a preparação dos efectivos da polícia para fazer face em situação de rapto de seres humanos e tráfico de órgãos, o comandante municipal esclareceu que a polícia está preparada para qualquer tipologia criminal, embora não tem sido muito comum no território.

No que se refere ao tráfico de droga, Amaro Franco, descartou a existência de droga pesada como cocaína, heroína e crak, mas admitiu haver cannabis (liamba).

Quanto a violência doméstica, às autoridades policiais chegam, em média, 10 a 12 ocorrências, sendo a cidade do Sequele, a que lidera a estatística. (Angop)

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