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Principais dúvidas sobre o financiamento imobiliário

Você sabia que não é possível financiar 100% do valor de um imóvel? O financiamento
imobiliário facilita a vida de quem deseja ter o próprio imóvel, mas, ainda assim, muita gente
tem dúvidas em relação ao processo e ao funcionamento dessa modalidade de crédito.
Confira o conteúdo abaixo e tire as suas dúvidas!

Você sabe como funciona um financiamento de imóvel?

O financiamento imobiliário pode ser considerada a maneira mais acessível de se realizar
um dos principais desejos do brasileiro médio: a aquisição da casa própria. Pegando
dinheiro emprestado de uma instituição financeira — seja um banco ou mesmo uma
empresa especializada em linhas de crédito —, o cliente consegue o dinheiro para realizar a
compra e paga o valor a prazo.

As prestações, inclusive, possuem uma taxa de juros bem menor nessa modalidade de
crédito. Tendo um prazo bem mais extenso de quitação da dívida, às instituições financeiras
acabam por descer o valor juros — que, por vezes, não chega nem a 15% ao ano — com a
finalidade de obter um lucro maior a longo prazo.

O cliente, no entanto, não deverá deixar de pagar as parcelas. Isso pode parecer óbvio,
visto que se trata de um débito como qualquer outro relacionado ao banco — porém, caso
os juros deixem de ser pagos, a dívida se tornará, cada vez mais, uma bola de neve.
Podemos dizer que essas taxas em questão representam o “preço” do empréstimo.

Portanto, além de devolver o montante emprestado pelo banco ou pela empresa de crédito,
o cliente tem um preço a pagar ao credor pelo fato deste ter concedido o empréstimo — e é
dessa forma que essas instituições financeiras obtém lucro.

Entenda a burocracia envolvida no processo

Por mais que possa ser uma das formas de maior acesso para uma pessoa conseguir
comprar um imóvel, o financiamento desse ramo envolve uma série de burocracias — ou

seja, o cliente precisa ter um pouco de paciência para concretizar o empréstimo. Antes de
qualquer tratativa com o banco, entretanto, é necessário escolher o imóvel.

Essa parte fica, exclusivamente, a cargo do interessado em adquirir um empréstimo. Saber
o valor do imóvel, inclusive, é fundamental para dar seguimento ao processo. Com ele, é
possível fazer uma simulação de financiamento, que mostrará diversas informações
importantes relacionadas aos valores do negócio em questão.

O montante pago na primeira parcela, por exemplo, é um dos fatores constatados em uma
simulação, assim como o valor máximo que o banco poderá emprestar ao cliente. Além do
preço do imóvel, a maioria desses dados estão relacionados à renda mensal da pessoa. A
taxa de juros, no entanto, é definida pela instituição financeira que realizou a simulação.

Com os valores na mesa, chega a hora de levantar a documentação requisitada pelo
credor. Essa etapa pode envolver uma burocracia maior do que as demais, portanto, uma
dica boa é o cliente ter em mãos toda a documentação necessária — revisada — antes
mesmo de dar entrada no processo de empréstimo imobiliário junto ao banco.

Tendo todos os documentos e o comprovante de renda — que é importantíssimo, visto que
é a partir dele que o banco possui a garantia de que o cliente consegue pagar as parcelas
do financiamento imobiliário — aprovados, resta apenas a espera do empréstimo sair e a
compra do imóvel, consequentemente, ser feita.

Algumas dúvidas frequentes sobre o financiamento imobiliário

Um dos principais questionamentos em relação ao financiamento é se qualquer pessoa
pode adquirir um empréstimo nessa modalidade de crédito. Bom, desde já, saiba que, em
tese, sim. Qualquer pessoa que deseje financiar o seu imóvel, seja por uma construtora ou
diretamente com um banco, pode adquirir esse crédito.

No entanto, para isso, é necessário, além de preencher os requisitos já citados antes no
texto, não ter o nome cadastrado no Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) ou qualquer
outro similar. A maioria dos bancos e empresas relacionadas ao financiamento possuem um
setor que realiza uma pesquisa sobre cada cliente, a fim de evitar que a instituição corra
riscos.

Quanto aos sistemas de financiamento do ramo, são dois: o Sistema Financeiro de
Habitação (SFH) e o Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI). Sendo diferentes até
mesmo nas taxas, o principal fator que os distingue é o valor do imóvel em questão. Caso
ultrapasse certo valor — que varia de estado para estado —, o negócio passa a ser
considerado um SFI — em São Paulo, por exemplo, é acima de R$ 950 mil.

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