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PR recebe mensagem do homólogo do Botswana

Uma mensagem do Presidente do Botswana, Ian Khama, foi entregue nesta sexta-feira, em Luanda, ao Chefe de Estado angolano, João Lourenço.

Foi portadora da missiva, cujo conteúdo não foi revelado, a ministra dos Negócios Estrangeiros do Botswana, Pelonomi Venson-Motoi, que foi recebida em audiência pelo Presidente angolano.

À imprensa, a chefe da diplomacia tswanesa informou que abordou com o Presidente João Lourenço assuntos de interesse bilateral, com realce para o projecto de desenvolvimento transfronteiriço da Bacia Okavango que engaja Angola, Namíbia, Botswana, Zâmbia e Zimbabwe.

Trata-se de um projecto que visa impulsionar a internacionalização e a promoção do turismo na região, bem como das indústrias culturais e do desenvolvimento sustentável das comunidades locais.

Ainda hoje, o Presidente João Lourenço foi informado das dificuldades que enfrenta o secretariado da Comissão do Golfo da Guiné, durante um encontro que manteve com a secretaria executiva da organização regional, Florentina Ukanga.

A responsável apontou, entre as dificuldades vividas pela organização, a falta de infra-estruturas para o funcionamento da comissão, aliada a falta de pagamentos das quotas por parte dos Estados membros.

No capítulo da quotização, Florentina Ukanga realçou os esforços das autoridades angolanas que têm as quotas em dia. Na ocasião, apelou aos outros países membros para cumprirem com os seus compromissos.

Numa outra audiência, o Presidente João Lourenço recebeu o enviado especial das Nações Unidas para a Região dos Grandes Lagos, Said Djinnit, com quem falou sobre a situação na região, com particular realce ao Acordo-Quadro para a cooperação, paz e segurança na zona.

A Comissão do Golfo da Guiné nasceu do tratado assinado em Libreville, República Gabonesa, no dia 3 de Julho de 2001, por Angola, Congo, Gabão, Nigéria e São Tomé e Príncipe.

Constituiu-se numa ferramenta institucional permanente de cooperação destes Estados ribeirinhos do Golfo da Guiné, com vista a defesa dos interesses comuns e a promoção da paz e do desenvolvimento sócio-económico, assente no diálogo e na concertação, baseados nos laços de amizade, solidariedade e fraternidade que os unem.

A Comissão do Golfo da Guiné, a que aderiram no ano de 2008 os Camarões e a República Democrática do Congo, mantém-se aberta à adesão de outros Estados da costa do Golfo da Guiné, com vista a transformar a sub-região numa Zona de Paz e Segurança. (Angop)

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