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Justiça julga autor da morte de Carlos João Lourenço

Julgamento de jovem que causou acidente mortal no Sequele decorre no Tribunal municipal de Cacuaco

O Tribunal de Cacuaco está a julgar o caso do jovem, suposto estudante na Rússia, que causou o acidente mortífero na noite de 22 de Janeiro, 2017, que ceifou a vida de Carlos João Lourenço, na altura, finalista em pedagogia no Instituto Superior Politécnico Kangonjo.

De recordar que, na noite dia 22 de Janeiro, de 2017, na Rua principal do Sequele, sentido-via expressa/Sequele, o jovem na foto, ao volante de um Land Cruiser LD – 94 – 92 – DL, vindo supostamente da feira do Sequele, (local de diversão, com maior adesão de pessoas propensas ao consumo de álcool) em sentido contrário, com os faróis apagados, numa velocidade ‘suicida’, embateu frontalmente com a viatura Kia Soul de chapa de matrícula LD – 01 – 26- EX, tendo causado a morte imediata do segundo ocupante, no caso, Carlos João Lourenço de 33 anos idade.
‘Furtou-se ao socorro’

Nos momentos seguintes ao fatídico caso, a irmã do falecido, Teresa Lourenço, fez-se presente ao local, alertada, via-telefone, por um dos efectivos dos Serviços de Protecção Civil e Bombeiros, pelo que, prontamente avisou outros familiares que se fizeram presente no local do acidente.

Posto no local, na presença do cadáver do irmão, em solidariedade, outros automobilistas informaram à família que o mesmo jovem (autor do acidente) vinha em alta velocidade e sem o mínimo de precaução.

Lembrar que depois do desastre, o jovem meteu-se em fuga, tendo sido localizado (por causa do ferimento no queixo) por alguns populares e pelo corpo de bombeiros, na presença de alguns familiares da vítima- Pascoal Massarico e Kimpioca Lourenço.
Assim sendo, na manhã de domingo, os familiares do lesado deslocaram-se a esquadra da Centralidade do Sequele para saber se o infractor estava detido.

Postos lá, os agentes afirmaram positivamente e informaram que o mesmo tinha apenas pequenos ferimentos no queixo, e o mesmo defendia-se que era ‘recente’ no local (Centralidade), porque desconhecia o local aludindo que vinha recentemente da Rússia.

O malogrado Carlos João Lourenço, que na altura tinha 33 anos, deixou viúva, três filhos de 12, 8 e cinco anos de idade.
Em fase de defender a licenciatura em pedagogia no mês corrente, (Março), no Instituto Superior Politécnico Kangonjo, era o responsável dos irmãos e dos pais que, com a perda do irmão, estão a viver dias difíceis.

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