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“Estamos a viver uma fase de suspeição generalizada típica do Estado Policial”, diz deputado João Pinto

Numa altura em que a coesão do MPLA volta a ser questionada, a partir da discussão sobre a data do congresso extraordinário que vai eleger o novo líder do partido, o deputado João Pinto lembra que “só nas ditaduras o poder é inquestionável”, e considera que “estamos a viver uma fase de suspeição generalizada típico do Estado Policial ou de intimidação de todos que pensem livremente”.

Num texto partilhado no Facebook, o deputado do MPLA, João Pinto, aborda a polémica do momento que envolve o partido no poder: a sucessão.

Para o político, a ideia de que José Eduardo dos Santos não tem a intenção de deixar a política activa é falaciosa.

“Não constando na lista de Deputados como ter vida política activa?”, questiona, defendendo que “os discursos políticos são promessas que podem valer numa conjuntura”.

Sem qualquer referência específica ao facto de a proposta do presidente do MPLA para a data de realização do próximo congresso extraordinário – na melhor das hipóteses, em Dezembro, ou, em alternativa, em Abril do próximo ano – não ter sido acatada pelos “Camaradas”, que pretendem discutir o assunto nos próximos meses de Abril e Maio, João Pinto adianta apenas que “só nas ditaduras o poder é inquestionável”.

“Devemos esperar com serenidade o estudo reflexivo que o Bureau Político vai fazer e remeter ao Comité Central para conclusão deste assunto”, escreveu o político, para quem “estamos a viver uma fase de suspeição generalizada típico do Estado Policial ou de intimidação de todos que pensem livremente”.

O ex-vice-presidente da bancada parlamentar do MPLA alertou ainda na sua, mensagem, contra “insultos cobardes, anónimos ou até ordinários”, lançados para dividir do partido no poder.

A aparente cisão do “Éme” levou mesmo o seu vice-presidente, João Lourenço, a tomar uma posição, garantindo, no último sábado, que não há eduardistas nem lourencistas no MPLA. (Novo Jornal Online)

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