Radio Calema
InicioAngolaSociedadeCuando Cubango: Sector da saúde consome mais de 130 milhões de kuanzas

Cuando Cubango: Sector da saúde consome mais de 130 milhões de kuanzas

Cento e trinta e nove milhões, setenta e sete mil, 831 Kwanzas e 51 cêntimos, foram gastos de Janeiro a Fevereiro do corrente ano, em medicamento, reagentes e materiais gastáveis específicos que corresponde cerca de 41 por cento do valor total da quota bimestral.

Os dados constam do relatório síntese do governo sobre as quotas financeiras direccionadas para o Plano de Saúde no Cuando Cubango, que à Angop teve acesso, quinta-feira.

De acordo com o documento, a província recebeu um valor total de 337 milhões, 546 mil, 846 Kwanzas e 25 cêntimos, tendo gasto 198 milhões, 469 mil, 015 Kwanzas e oito cêntimos.

Os valores foram aplicados no fornecimento de alimentos, compra de material de higiene, limpeza, manutenção, tendo maior peso percentual na quota bimestral na ordem de 59 por cento.

Refere que, em termos percentuais, os 14 hospitais analisados apenas cinco injectaram mais de 50 por cento das suas quotas em medicamentos, reagentes e materiais gastáveis, nomeadamente as unidades sanitárias do Cuchi, Nankova, Mavinga, Menongue, bem como o Hospital Pediátrico de Menongue.

Relativamente ao mês de Março, avança o relatório, a quota já foi disponibilizada e neste momento o governo está na fase de recepção das programações financeiras, para se fazer análise, censura e as devidas recomendações sobre a forma de como as unidades sanitárias devem gastar o dinheiro..

“As cifras percentuais atingidas em termos de distribuição das despesas, nos últimos meses, não são satisfatórias, pelo facto de ainda estar aquém dos nossos propósitos”, lê-se no documento.

O objectivo principal do governo provincial, quanto ao plano de saúde, sublinha a fonte, é potenciar as unidades hospitalares com medicamentos e materiais gastáveis específicos, respondendo, desta forma, positivamente a demanda destes bens ou serviços pelas camadas mais vulneráveis.

Por isso, o governo pretende que se “injecte” mais verbas em despesas com medicamentos e materiais gastáveis específicos em mais de 50 por cento, dado o facto que o impacto das quotas já disponibilizadas ainda ser “invisível”, pelo facto de as ordens de saque não estarem a gerar no momento.

Assim, o governo recomenda aos distintos responsáveis das unidades hospitalares da província, a formalizarem os contratos de prestação de serviços com empresas idóneas e com reconhecida capacidade de stocks. (Angop)

Siga-nos

0FansCurti
0SeguidoresSeguir
0InscritosSe inscrever

Últimas notícias

Notícias relacionadas

- Publicidade -

Deixe um comentário

Por favor insira seu comentário!
Digite seu nome aqui

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.