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Primeira-dama encoraja mulheres a serem agentes de mudança

As mulheres devem assumir o seu papel enquanto agentes de mudança de comportamento e influência nas suas comunidades, encorajou hoje, quinta-feira, a primeira-dama da República, Ana Dias Lourenço.

O apelo foi feito durante um pequeno-almoço conferência realizado pelo seu gabinete, no âmbito das comemorações do “Março Mulher” com o tema “Transforme vidas, Seja mulher”.

Segundo Ana Dias Lourenço, as mulheres nos seus diversos papéis: mãe, esposa, trabalhadora, chefe, dirigente política se trabalharem com responsabilidade e excelência atingirão o seu pleno potencial e, com certeza, farão o seu papel como agentes de mudança e influência nas comunidades.

Recordou uma passagem da mensagem às mulheres, do Secretário-Geral das Nações Unidas por ocasião do dia 8 de Março, dirigida aos homens e meninos, onde realça a necessidade de desempenharem o seu papel, já que “todos beneficiam quando as mulheres e meninas – as mães, irmãs, amigas e colegas podem atingir o seu pleno potencial”.

Falou igualmente do tema global das Nações Unidades deste ano para o dia internacional das mulheres, em que se destaca que “o tempo é agora: activistas rurais e urbanas transformem a vida das mulheres”, centrado na vida intensa das mulheres que se envolvem no movimento global pelos direitos fundamentais, igualdade e justiça.

Lembrou que as comemorações da Agência das Nações Unidas advoga que as comemorações do dia da mulher são uma excelente oportunidade para se transformar esse impulso em medidas concretas para o empoderamento das mulheres.

A igualdade do género para as Nações Unidas, segundo a primeira-dama, é uma luta que envolve homens e mulheres e o empoderamento das mulheres são tarefas pendentes no actual tempo que constituem o maior desafio em termos de direitos humanos no mundo.

Referiu-se a moldura humana presente no acto, que a faz acreditar e encorajar a prosseguir com o papel de advocacia, que em última instância visa educar a sociedade, em particular as meninas, para que elas possam efectivamente ser, um dia, adultas geradoras de rendimento e agentes de mudança nas comunidades.

Considera ser preciso as pessoas acreditarem em si, nas suas capacidades, no talento, no seu trabalho, mas tal só não basta”, destacando também que têm de ser “humildes, honestos, persistentes e responsáveis para transformarmos vidas”.

Aproveitou para homenagear as mulheres angolanas, prestando a sua solidariedade àquelas que no dia-a-dia ainda são vítimas de discriminação, da violência, de abusos físicos e psicológicos, mas também enalteceu o papel delas na transformação das sociedades, mulheres que lutam diariamente por mais igualdade e mais justiça.

Adiantou que encontros deste género podem constituir uma plataforma que permita encontrar formas de juntos darem uma contribuição social, moral e cívica para o desenvolvimento da sociedade angolana.

O evento juntou jovens mulheres representantes de vários segmentos da sociedade, de diferentes profissões, religiões, estudantes e empreendedoras, assim como membros do Governo e da Assembleia Nacional.

Durante a actividade, animada pela cantora Yola Semedo, foram proferidas palestras sobre a saúde da mulher, saúde mental, economia familiar, empreendedorismo e solidariedade como forma de contribuição social e moral para o desenvolvimento da sociedade angolana. (Angop)

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