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Chuva desaloja 197 pessoas no Lubango

A chuva de sábado, que durou quase 30 horas, deixou um rasto de destruição em alguns bairros periféricos da cidade do Lubango, província da Huíla, com realce para o Comercial onde contam-se 35 casas destruídas e dezenas na eminência de desabar, deixando ao relento 197 pessoas.

O facto deu-se as margens do rio Caculuvale, um dos drenos que atravessa a urbe, que estando assoreado transbordou por mais de dez metros e levou consigo haveres e até adobes de casas destruídas.

No domingo, o governador da Huíla, Marcelino Tyipinge, chamou o administrador do Lubango, Francisco Barros e o Serviço de Protecção Civil, juntos visitaram as zonas afectadas, tendo no final recomendado a administração da capital huilana a criar condições para que se dê início ao processo de transferência dos sinistrados para zonas mais seguras.

Afirmou que numa primeira fase os sinistrados serão alojados em tendas, cujos terrenos estão preparados no sector do Toco, pelo que o trabalho deve ser imediato e que as autoridades vão monitorar o comportamento dos cidadãos, para evitar que retornem às zonas de risco.

Por sua vez, o administrador do Lubango, Francisco Barros, fez saber que para além do bairro Comercial a chuva fez também estragos no da Mitcha e na Armba, mas não há registos de vítimas mortais.

Fez saber que as famílias já haviam sido cadastradas para que beneficiassem do processo de realojamento, cuja preparação dos lotes já está feita, no Toco e outras localidades da cidade.

Admitiu que no actual contexto a administração conta com parcos recursos para resolver o problema, pelo que contam com a sensibilidade de pessoas singulares ou colectivas para que ajudem os sinistrados.

As chuvas de Março e Abril têm causado muitos estragos na cidade do Lubango, sobretudo as margens dos rios Caculuvale e Mukufi, assim como nas encostas da Serra da Chela onde sucedem deslizamentos de terra. (Angop)

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