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Fundos europeus. PSD “de braço dado com o Governo”

A afinação de posições sobre o próximo quadro comunitário motivou esta terça-feira uma reunião entre o ministro do Planeamento, Pedro Marques, e os social-democratas, representados por Castro Almeida, vice de Rui Rio. O encontro terminou à noite com sinais de otimismo. E a garantia de um PSD “de braço dado” com o Executivo para a defesa “do interesse nacional”.

“Há bastante sintonia. Estou convencido de que vai ser possível chegar a acordo”, sintetizou o vice-presidente do PSD Castro Almeida, à saída da reunião com o ministro do Planeamento e Infraestruturas, dedicada ao programa 2030.O próximo encontro entre Governo e PSD, a realizar dentro de duas semanas, deverá incluir mais nomes.

Ainda segundo Castro Almeida, a nova direção do PSD estará pronta a andar “de braço dado” com o Executivo de António Costa no que diz respeito à defesa do “interesse nacional” junto dos diretórios europeus. Isto para que o país possa pugnar “pela manutenção do nível de fundos”.

“Portugal vai discutir com a Comissão Europeia qual é o envelope financeiro que vem para o país e nós aí vamos estar de braço dado com o Governo a procurar trazer para Portugal o máximo possível. É esse o nosso dever e a nossa disponibilidade”, afirmou o dirigente laranja.

O ministro do Planeamento não foi tão longe. Manteve a porta aberta ao entendimento com o PSD de Rio, mas manifestou a expectativa de abranger também os partidos da esquerda parlamentar, que têm suportado o Governo socialista.

“Acredito que é muito importante para o país fortalecer essa posição relativamente à Europa, na nossa negociação com a Europa. Se tivesse que dar o braço ao PSD faltavam-me os braços a dar aos nossos parceiros de coligação. Só tenho dois braços. Por isso a figura, ou a imagem, não serve para mim”, ironizou Pedro Marques.

O governante considerou “prioritário e urgente reforçar a posição portuguesa quanto ao futuro quadro financeiro plurianual”.

Por sua vez, o vice-presidente do PSD afirmou que “a primeira meta” a alcançar “é que Portugal tenha um bom volume de fundos estruturais no próximo ciclo financeiro”. Um segundo momento, para o qual o entendimento poderá ser mais difícil de obter, passará pelo estabelecimento dos sectores prioritários a dotar de fundos até 2030. (RTP)

com Lusa

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