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Cuanza Norte: Aberta campanha de consumo de spirulina

A campanha de consumo de spirulina produzida em Angola foi aberta esta terça-feira, no município de Cambambe, província do Cuanza Norte, pela ministra das Pescas e do Mar, Victória de Barros Neto.

A cerimónia de abertura da campanha decorreu no centro de Larvicultura do Mucoso, comuna de Massangano, onde foi instalado um centro de produção e processamento desta alga, tida como suplemento alimentar bastante nutritivo.

O projecto iniciado em Junho do ano transacto produziu ate ao momento mil e 200 quilogramas de spirulina, prontos para o mercado.

O consumo do referido produto foi autorizado após ter sido certificado por laboratórios da União Europeia e do Fundo das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), este ultimo o financiador do projecto.

Na ocasião, a governante considerou a unidade de produção da spirulina do Mucoso como um centro piloto, a partir do qual serão criados outros no país, com o envolvimento da classe empresarial, dado o valor nutritivo desta alga na dieta alimentar e o seu alto rendimento no mercado interno e externo.

Realçou que o produto estimula o intelecto das crianças, aumenta o cálcio e a resistência dos anticorpos em pacientes com doenças crónicas, razão pela qual será distribuído gratuitamente, nesta fase inicial, ate Maio deste ano, pelos ministérios da Educação e da Saúde, por via da sua inclusão na merenda escolar e em prescrições médicas.

A distribuição gratuita visa a massificação do consumo da spirulina, uma acçao que vai alcançar perto de mil e 200 beneficiários, para posterior implementação do regime de comercialização.

A sua divulgação integra a disseminação de informação através de cartilhas e outros documentos, tendo em vista a rentabilização do investimento orçado em 350 mil dólares norte americanos, financiados pela FAO.

Victória de Barros Neto referiu que a entrada em circulação deste produto abre uma nova era para o empresariado nacional, ao considerar de fácil produção e comercialização a preços competitivos, o que irá proporcionar maior quantidades voltadas ainda para o externo.

O projecto avaliado em 350 mil dólares norte americanos, financiado pela FAO, possibilitou a criação de seis postos de trabalho directo e quatro indirectos bem como disponibiliza acções formativas sobre o cultivo da spirulina as pessoas interessadas, visando o fomento da produção local e nas restantes províncias.

Na ocasião a vice-governadora do Cuanza Norte para o sector político social e económico, Leonor da Silva, que testemunhou o acto, caracterizou a circulação do referido produto como uma grande contribuição à economia angolana, que deve ser abraçado pela classe empresarial. (Angop)

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