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Chuva congestiona trânsito em vários pontos de Luanda

A chuva que caiu segunda-feira na capital do país criou vários transtornos e congestionou o trânsito em diferentes pontos da cidade de Luanda, originando com isso a formação de longas filas que dificultavam a vida aos cidadãos no seu regresso à casa após a jornada laboral.

Na origem da lentidão do trânsito estavão o pavimento escorregadio, as grandes quantidades de lama formadas na via durante as chuvas que se têm registado desde terça-feira, os buracos que vão surgindo em alguns locais e, sobretudo, o alagamento da vias secundarias e terciarias.

Na rua direita da Samba, em direcção ao Benfica e a sua ligação à estrada da UGP, o engarrafamento, que chegava aproximadamente aos sete quilómetros de extensão, começou a ser formado na rotunda da Corimba e ia até ao antigo controlo do Benfica.

Situação semelhante era notável na avenida Pedro de Castro Van-duném “Loy”, via Sanatório, Golfo II e Benfica, onde os automobilistas ficaram retidos no trânsito por mais de três horas.

Lina Adão Sebastião Pascoal e Edivaldo Farias, que saiam da avenida Deolinda Rodrigues com destino ao Benfica e Kilamba, respectivamente, explicaram que estavam há mais de três horas num trânsito onde mal se percebia o número de faixas devido também ao mau comportamento dos automobilistas que, a todo custo, e na anseia de se livrarem da situação, complicavam ainda mais o andamento.

Já para o cidadão António Clemente, morador da Centralidade do Sequele, referiu que a situação na via Expressa era a mesma ou senão mais complicada e atribuía parte da culpa às obras que decorrem no troço neste período chuvoso.

Em Cacuaco a chuva impossibilita a circulação de viaturas na estrada que liga o controlo do Kifangondo à comuna da Funda.

Na Samba, Morro Bento e Futungo a população pegou em baldes e moto-bombas para dar início a retirada das águas que inundaram centenas de residências naquelas áreas.

As pedras, troncos de árvores e outros objectos robustos são aproveitados pela população para servir de ponte para a travessia de um ponto para outro das vias intransitáveis ou mesmo para dar acesso a entrada de suas moradias.

Este cenário é visível também no Cazenga, nas zonas do Funchal, Combate Espiritual, sector 4, rei Pele, Moagem e zona da Filda.

Devido a obras de requalificação paralisadas, a maior parte das ruas do bairro do Palanca que dão acesso ao Bairro Malangino, ponte do Balumuca e a Machado Saldanha estão também intransitáveis e alagadas.

Em Cacuaco há inundações nas residências e ruas dos bairros dos Pescadores, Cerâmica, Boa Esperança Central e Garcia Cabuessa. (Angop)

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