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Huambo:Declarada “tolerância zero” aos actos de desobediência

HUAMBO: GOVERNADOR DO HUAMBO, JOÃO BAPTISTA KUSSUMUA (FOTO: JÚLIO VILINGA)

O governador da Província do Huambo, João Baptista Kussumua, declarou este domingo, “tolerância zero” aos actos de desordem e desobediência administrativa, visando a melhoria da imagem do planalto central e, por via disso, elevar o bem-estar da população.

Segundo o governante, que falava no acto comemorativo ao 57º aniversário do Início da Luta de Libertação Nacional, assinalado domingo (4 de Fevereiro), é necessário que cada cidadão dê o seu contributo para o êxito da implementação da tolerância zero.

Neste sentido, João Baptista Kussumua apelou os administradores municipais a ensinar os munícipes às boas práticas, para que a promoção do bem comum sejam uma missão de cada cidadão.

Tal como aconteceu no dia 4 de Fevereiro de 1961, prosseguiu, é preciso que cada cidadão, independentemente da sua posição social e económica, faça parte da revolução do presente, baseada na batalha contra pobreza, sub-desenvolvimento e do baixo índice de desenvolvimento humano.

O governador instou, também, os técnicos de saúde a pautarem pela ética e deontologia profissional, para que a sua actividade se traduza na redução da morbi-mortalidade, enquanto os professores, quer do ensino geral, quer do ensino universitário, devem fazer tudo para a promoção da excelência escolar, visando a formação de quadros capazes de corresponder os desafios actuais e futuros.

“Queremos contar com a colaboração de todos na denúncia das práticas que retardam o desenvolvimento económico e social, assim como a organização das cidades e vilas”, enfatizou.

João Baptista Kussumua reafirmou que, apesar das dificuldades financeiras, o governo pretende, com ajuda de todos os citadinos, transformar a província do Huambo na mais ecológica do país, através da criação de espaços verdes e melhoria do saneamento básico.

Entres presentes no acto, decorrido no pavilhão multiusos “Osvaldo Serra Van-Dúnem”, destaca-se o nacionalista Dinis Luís, sobrevivente do 4 do Fevereiro de 1961.

Terão também se destacado na acção, entre outros, os nacionalistas Paiva Domingos da Silva, Imperial Santana, Virgílio Sotto Mayor, Neves Bendinha e Cónego Manuel das Neves, todos eles já falecidos. (Angop)

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