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Malásia retoma buscas pelo voo MH370 desaparecido há quase quatro anos

A Malásia retomou ontem as buscas pelo avião da Malaysia Airline desaparecido a 8 de março de 2014 quando fazia a ligação entre Kuala Lumpur e Pequim com 239 pessoas a bordo, um dos maiores mistérios da história da aviação civil.
No início do mês, o governo da Malásia chegou a acordo com a empresa norte-americana Ocean Infinity para fazer as buscas pelo Boeing 777 numa área de 25.000 quilómetros quadrados, anunciou o ministro dos Transportes da Malásia, Liow Tiong Lai.

O navio de busca da Ocean Infinity, Seabed Constructor, partiu de Durban, na África do Sul, a 3 de janeiro. Chegou na madrugada de 23 de janeiro a uma zona remota do oceano Índico.

Segundo os termos do acordo, a Malásia vai pagar até 70 milhões de dólares à Ocean Infinity, empresa especializada na exploração do fundo marinho, se encontrar destroços ou as caixas negras do avião da Malaysia Airlines dentro de três meses.

De acordo com o ministro dos Transportes malaio, existem 85% de probabilidades de serem encontrados destroços no novo perímetro identificado por peritos. Caso a busca seja infrutífera, a Ocean Infinity, com sede em Houston, não receberá nada.

Essa proposta foi feita depois de, há um ano, Malásia, Austrália e China terem dado por concluída sem êxito a busca pelo avião que operava o voo MH370, após mapearem uma área de 120.000 quilómetros quadrados no oceano Índico, onde podia estar o Boeing 777.

UM DOS MAIORES MISTÉRIOS DA AVIAÇÃO CIVIL
O avião da Malaysia Airlines desapareceu dos radares em 8 de março de 2014, cerca de 40 minutos após a descolagem em Kuala Lumpur com destino a Pequim, depois de alguém ter desligado os sistemas de comunicação e alterado a rota do avião, segundo a investigação oficial.

A bordo viajavam 239 pessoas, incluindo 154 cidadãos chineses, 50 malaios (incluindo 12 tripulantes), sete indonésios, seis australianos, cinco indianos, quatro franceses, três norte-americanos, dois canadianos, dois iranianos, dois neozelandeses, dois ucranianos, um holandês e um russo.

Os peritos determinaram, com base nos dados existentes, que o avião se despenhou numa remota zona do Índico e foi procurado numa área de 120.000 quilómetros quadrados sem êxito.

A recuperação de peças do MH370 em Moçambique, África do Sul, as ilhas Maurícias, a francesa Reunião e Pemba (Tanzânia), como confirmaram as análises de laboratório, permitiu constatar que o aparelho se despenhou e elaborar novas hipóteses. (Sic Notícias)

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