Simulacro de incêndio em aeronave testa resposta da ENANA

Um simulacro de incêndio realizado hoje (quinta-feira) numa das aeronaves da TAAG, serviu para testar o grau de operacionalidade e resposta dos órgãos, efectivos e meios envolvidos em situações de emergência da Empresa Nacional de Exploração de Aeroportos e Navegação Aérea (ENANA).

A actividade teve como objectivo treinar a equipa do Centro de Operações de Emergência para Gestão de Incêndios, exercitar os bombeiros e parceiros dentro da comunidade aeroportuária e as entidades externas envolvidas, além de testar o sistema de coordenação em caso de acidente no aeroporto.

De acordo com o comunicado da ENANA a que a Angop teve acesso, o exercício vem responder as normas do Plano de Emergência Aeroportuária e visou experimentar a eficácia das comunicações internas e externas e da gestão do Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro em situação de risco.

A actividade, que se realiza uma a duas vezes por ano, envolve sempre a simulação de um acidente dentro das instalações do aeroporto.

O presente exercício envolveu uma aeronave da TAAG, proveniente de Windhoek, Namíbia, com 25 pessoas a bordo, sendo 18 passageiros e sete tripulantes, tendo sido escolhido como espaço para o simulacro, um local adjacente a “pista 23”, onde se posicionaram pneus com combustível.

Cinco minutos depois da notificação do piloto ao Controlo de Trafego Aéreo, e já durante a aterragem, foi declarada “emergência por causa de fogo num dos motores”.

Depois de envolvidas as forças de emergência constatou-se que, no acidente simulado, duas pessoas morreram, 10 ficaram feridas e 13 passageiros saíram ilesos.

No Comunicado a ENANA compromete-se em reforçar os mecanismos operacionais e outros serviços que assegurem a vida em casos de acidente.

Participaram na actividade, membros das áreas de administração do aeroporto, serviço de bombeiros, controlo de tráfego aéreo, operações aeroportuárias, comunicação e imagem da ENANA, Policia Nacional, da empresa de segurança privada que presta serviços ao aeroporto, do Instituto Nacional de Emergências Médicas (INEMA), das companhias aéreas, Ghassist e da operadora de handling.

Como equipas complementares ao exercício no exterior estiveram os elementos dos Serviços de Protecção Civil e Bombeiros, Hospital do Prenda, Neves Bendinha, Força Aérea Nacional (FAN) e a Polícia de Trânsito. (Angop)

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