ONU determinada a julgar autores de ataque contra base de sua missão na RD Congo

A Organização das Nações Unidas (ONU) reiterou a sua determinação a julgar autores do ataque perpetrado a 7 de dezembro corrente contra a base da Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Congo (MONUSCO) em Semuliki, em Kivu-Norte (leste), indicou quarta-feira Florence Marchal, porta-voz da instituição.

Durante a conferência semanal da ONU, Marchal citou o Secretário-Geral adjunto da ONU para operações de manutenção da paz, Jean-Pierre Lacroi, como tendo lançado este apelo no termo da sua visita, terça-feira, à RD Congo,

“O ataque de Semuliki constitui um crime de guerra e as Nações Unidas vão fazer tudo para que os que o perpetraram sejam julgados”, sublinhou Marchal, acrescentando que a melhor homenagem que as Nações Unidas pudessem prestar aos seus capacetes azuis mortos em Semuliki era “trabalharmos juntos para restabelecermos a paz na RD Congo”.

Durante esta visita essencialmente consagrada ao ataque contra a base da MONUSCO de Semuliki com cerimónias em homenagens aos capacetes azuis mortos, primeiro na Tanzânia e em Goma, em Kivu-Norte, Jean-Pierre Lacroix visitou as forças onusinas internados nesta última cidade congolesa e em Kinshasa, a cidade capital.

Lacroi esteve terça-feira última no território de Beni, base de Semuliki, atacada a 7 de dezembro de 2017, onde se avistou com o pessoal da força a fim de compreender melhor os eventos recentes.

Esteve também nas instalações da Monusco em Mavivi, base de operações em Kamango.

Durante a sua estada na RD Congo, Jean-Pierre Lacroix foi igualmente recebido pelas autoridades congolesas com as quais evocou a luta contra grupos armados e futuras operações eleitorais. (Panapress)

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