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“Novo Cangaço” aterroriza brasileiros

Grupos organizados impõem terror nas cidades pequenas

O medo tomou conta de milhares de brasileiros nos últimos meses por causada actuação de quadrilhas organizadas em assaltos a bancos no interior do país, principalmente nas pequenas cidades.

É o “Novo Cangaço”, remetendo à famosa quadrilha de Lampião, em meados do século 18.

O modus operandi dos “novos cangaceiros” tem semelhança com o velho cangaço, que, não raro, fazia uso de reféns.

O bando também era grande, de 10 a 15 membros e preferia atacar pequenas cidades.

Motorizados, armados de fuzis e pistolas, os “cangaceiros” modernos sitiam os municípios.

A acção acontece sempre da mesma forma, durante a madrugada.

Um grupo segue até ao destacamento da Polícia Militar e atira com balas de grosso calibre para intimidar os militares.

Enquanto isso, outra parte da quadrilha explode a agência bancária.

Em menos de 30 minutos, o banco fica completamente destruído e sem dinheiro e os bandidos fogem.

Policias e civis já foram assassinados em confrontos com os marginais.

A falta de segurança no Brasil tem contribuindo cada vez mais para essas ocorrências acontecerem.

O especialista em segurança pública, Luis Flávio Sapori, ressalta que estes crimes são na actualidade um dos mais graves problemas que país precisa resolver rápido.

“Essa questão dos roubos a bancos praticados por essas quadrilhas organizadas no interior do país e muito bem armadas constituem um dos mais graves problemas da segurança pública. Essas novas quadrilhas que a gente chama de “novo cangaço” estão atuando no interior de vários estados brasileiros. Boa parte da responsabilidade desses crimes vem das fronteiras,dos contrabandos das armas de fogo de grosso calibre. Não há dúvidas de que há uma facilidade enorme desse contrabando de armas ilegais e que está alimentando a actuação dessas quadrilhas. Nesse sentido a responsabilidade do Governo Federal”, disse.

Sapori destaca também que não adianta os governantes colocarem apenas a culpa na Presidência.

Cada um precisa fazer a sua parte para que juntos consigam desarticular essas quadrilhas. (Voa)

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