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Ministro do Interior desmente execuções

O ministro do Interior, Ângelo da Veiga Tavares, negou ser o mandante de eventuais execuções sumárias de suspeitos de delinquência como é acusado pelo jornalista Rafael Marques, na entrevista concedida ao jornal português “Expresso”, publicada na edição impressa de 25 de Novembro e na plataforma online da publicação.

Numa nota enviada ontem ao Jornal de Angola, Ângelo da Veiga Tavares disse que Rafael Marques foi longe de mais ao acusá-lo de práticas que não existem. O ministro considerou que o jornalista se transformou numa mera caixa de ressonância dos detractores de Angola, uma vez que, depois de uma conversa franca e aberta que manteve com o mesmo, garantiu dar tratamento às denúncias.
O ministro, que já solicitou o direito de resposta ao jornal Expresso, não publicado até ao momento, considerou a atitude de Rafael Marques “inadequada, baixa e inqualificável a todos os títulos”, mas informa que não vai processar o jornalista, “pelo menos por agora”, para não ser acusado de pretender coarctar o direito do cidadão fazer denúncias.
Ângelo da Veiga Tavares disse que não pretende igualmente satisfazer o “incessante desejo” do jornalista de ser processado e condenado, para com isto passar-se por vítima de um processo político, aumentar o seu ranking junto daqueles que o usam como marionete nas guerras contra Angola e passar a mensagem pelo canal televisivo contratado e demais meios de comunicação.
Ângelo da Veiga Tavares disse que vai deixar a PGR, onde o jornalista também enviou a denúncia, para dar tratamento às alegadas execuções sumárias. Caso se confirme a existência de eventuais execuções sumárias de suspeitos de delinquência, os prevaricadores, garantiu, serão responsabilizados.Num relatório publicado no mês passado, Rafael Marques apresenta casos de supostas execuções sumárias ocorridas em Luanda (Jornal de Angola)

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