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Mais de 90 pessoas no Lobito morreram de malária

Noventa e dois óbitos causados por malária foram registados de Janeiro a presente data, no município do Lobito, província de Benguela, contra 60 notificados no igual período de 2016.

Em declarações na terça-feira à Angop, o director da Repartição Municipal da Saúde no Lobito, o médico Zeferino Joaquim, apontou 59 mil e 409 casos de malária confirmados este ano naquela região, que dista a sensivelmente 30 quilómetros a Norte da cidade de Benguela.

Comparativamente a 2016, o município do Lobito apresentou um registo de 58 mil e 343 casos clínicos, como acrescenta a mesma fonte.

Face à incidência da malária na população, afectando sobretudo crianças e mulheres grávidas, o responsável pede às famílias que acorram aos hospitais, postos e centros de saúde, logo que se manifestem os primeiros sinais da doença, de forma a prevenir-se e reduzir os casos de mortes.

Insistindo na necessidade da prevenção, Zeferino Joaquim apela de igual forma ao uso do mosquiteiro em casa, bem como a afluência às consultas pré-natais por parte das mulheres grávidas, para que as crianças nasçam saudaveis.

“A malaria foi a doença que mais preocupou as autoridades sanitárias”, referiu, considerando que as crianças e as mulheres grávidas continuam a ser as principais vítimas da doença, daí a urgente necessidade do uso correcto de redes mosquiteiras ao redor da cama.

A malária, doença endémica, continua a ser a principal causa de internamentos hospitalares e de mortes em Angola, daí que o Programa Nacional de Controlo da Malária tenha como objetivo a cobertura de diagnósticos com testes rápidos, redes mosquiteiros, melhoria do sistema de informação, pesquisa e vigilância epidemiológica. (Angop)

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