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“Liberdade” diz que Independência e paz são conquistas de duas gerações

A independência e a paz são conquistas de duas gerações de combatentes, que a actual e as futuras gerações devem saber e preservar inevitavelmente, afirmou nesta quarta-feira, o ministro dos Antigos Combatentes e Veteranos da Pátria, João Ernesto dos Santos ” Liberdade”.

O governante intervinha na abertura da jornada comemorativa do 4 de Janeiro, Dia dos Mártires da Repressão Colonial, que se assinala sob o lema “Fonte de Inspiração Política Para a Independência Nacional”.

Neste contexto, advogou a necessidade de se continuar a trabalhar juntos para a preservação destas conquistas, duramente alcançadas com o sacrifício de todos os nacionalistas angolanos.

Na ocasião, João Ernesto dos Santos apelou a todos os antigos combatentes e veteranos da pátria para uma consciência de unidade nacional eliminando, à partida, o espírito de revanchismo que possa perigar os pressupostos do Executivo angolano com vista a reconstrução e desenvolvimento multifacetado do país .

Realçou que o Executivo está a trabalhar no sentido de, no próximo ano, rever a lei 13 do Antigo combatente que atribui uma série de direitos aos cidadãos que se encontram nessa condição, com destque para uma pensão de sangue condigna, insenção na importação de viaturas, direito a habitação, transporte público, entre outros, com vista a contribuir para a melhoria das suas condições de vida,..

O governante frisou que na história de cada povo, existem homens e mulheres que pela sua entrega e dedicação à causa do povo e a pátria, jamais serão esquecidos, a exemplo dos antigos combatentes e os veteranos da pátria.

Salientou que desde a chegada dos colonizadores em Angola, os nativos jamais se conformaram com o tratamento bárbaro de que eram submetidos pela máquina repressiva do regime colonial português. Por essa razão, várias batalhas foram travadas pelos reinos do Congo, do N’Dongo, da Matamba, do Bailundo, entre outros.

“ Imbuídos com o espírito nacionalista, os angolanos unidos num só propósito, manifestaram – se contra a ocupação estrangeira, tendo como consequência a revolta do 4 de Janeiro de 1961, em Malanje, conhecida como o massacre da Baixa de Cassanje, quando os agricultores de forma pacifica reivindicavam o seus direitos sobre o trabalho forçado que lhes era imposto”, frisou.

A jornada decorre até ao dia 15 de Janeiro e para o efeito estão programadas palestras, visitas a infra-estruturas económicas e sociais, deslocações as províncias, entre outras acções. (Angop)

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