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Homem mata sobrinhos à pancada e atira os corpos numa Cacimba

Um jovem de 20 anos foi preso em flagrante quando deitava os corpos dos dois sobrinhos, de um e três anos de idade, numa cacimba a 15 metros de casa onde habitavam, em Menongue, Kuando Kubango. No momento da detenção, o autor do crime alegou que não sabia o que que estava afazer.

O crime aconteceu por volta das 06:30 da manhã deste Domingo, 17, no bairro Futungo, nos arredores da cidade de Menongue, província do Kuando Kubango, quando Sebastião José, tio das vítimas, foi ao quarto das crianças e encontrou João Martinho, de um ano, e Maria Paula, de três, a dormirem, despertou as crianças e começou a espancá-las até lhes tirar a vida.

Segundo o porta-voz do Comando Provincial da Policia Nacional (PN) no Kuando Kubango, superintendente António Maria, a polícia tomou o conhecimento deste caso por intermédio dos vizinhos que ouviram os gritos das crianças no momento em que estavam a ser espancadas.

“Recebemos uma denúncia anónima de que havia um cidadão a maltratar duas crianças no interior de uma residência no bairro Futungo. Quando as nossas forças chegaram ao local, encontraram o homem a desfazer-se do segundo corpo na cacimba”, disse, acrescentando que durante a detenção, o homicida alegou que não sabia o que estava a fazer.

“Ele vivia com a irmã mais velha. As crianças eram filhos dela. Naquele dia, a senhora tinha acabado de sair de casa com destino à igreja e deixou os miúdos sob responsabilidade do irmão”.

O responsável disse que, durante a acção policial, o jovem mostrou um comportamento anormal e que aparentava ter perturbações mentais.

“Mesmo tendo sido encontrado em flagrante, ele negava o crime, os moradores gritavam em voz alta que ele não é maluco e que estava a fingir”, conta.

“Já contactámos os serviços psiquiátricos da província para examinar o jovem, para determinarem se sofre de perturbações mentais. Por essa razão ainda não o apresentámos ao Ministério Público (MP), disse o porta-voz do Comando Provincial da Policia Nacional (PN) no Kuando Kubango, que acrescentou que “o homicida permanece numa cela isolada”. (Novo Jornal Online)

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