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Governador de Luanda admite que província tem problemas de difícil resolução

O governador da província de Luanda, Adriano de Carvalho, admitiu hoje que o rápido crescimento populacional da cidade “concorreu para o aumento de problemas de difícil resolução”, referindo entre outras áreas a saúde, saneamento básico e recolha de lixo.

O dirigente, que falava hoje na cerimónia de cumprimentos de fim de ano, recordou que durante a sua gestão, de quase 90 dias, teve de realizar visitas para conhecer melhor a gravidade da situação económica e social da província.

“Deu também para diagnosticar o grau de prontidão das nossas estruturas quer centrais, intermédias e/ou municipais, bem como aferir o grau de entrega e comprometimento dos servidores públicos”, disse.

Segundo o governador, estas constatações estão a permitir desenhar um quadro de soluções para debelar progressivamente essas insuficiências.

Para Adriano de Carvalho, a qualidade de vida do cidadão deve ser a principal preocupação dos servidores públicos, informando que no quadro de medidas em curso na capital angolana, “estão já em implementação melhorias no sistema de saúde”.

“Do saneamento básico, na recolha de resíduos sólidos na província e na melhor articulação entre o Governo de Luanda e os diversos setores que atuam na província, entre elas as empresas de águas, energia, unidade de saneamento e com a Polícia Nacional”, sublinhou.

Para 2018, Adriano de Carvalho prometeu um aumento vertiginoso na intensidade das ações, maior grau de exigência, rigor, disciplina e pontualidade.

“Por vossa parte, de mais responsabilização, dado que cada um deve ser também um governador no seu gabinete, no seu departamento, no seu município ou distrito, no seu bairro, enfim, no seu posto de trabalho”, exortou.

De acordo com o governador de Luanda, são inúmeras as responsabilidades e é grande a expectativa e confiança depositada pelo Presidente da República, João Lourenço, e por isso não são permitidas falhas.

“Não nos é permitido defraudar essa expectativa e essa confiança sob pena de frustrarmos o voto de confiança que as populações nos conferiram nas urnas”, concluiu. (Diário de Notícias)

por Lusa

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