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Fernando Medina propõe prioridade à reforma da moeda única

O presidente da Câmara de Lisboa, Fernando Medina, defendeu hoje que a “reforma da arquitetura institucional da moeda única” deve ser uma prioridade, considerando que existem insuficiências que prejudicaram os cidadãos.

“Devemos assumir como prioridade a reforma da arquitetura institucional da moeda única. Há quem na Europa não pense assim, mas é essencial para nós que assim venha a ser”, defendeu Fernando Medina, no seu discurso na cerimónia comemorativa do 1.º de Dezembro, que assinala o dia da restauração da independência, em 1640.

O autarca argumentou que as “insuficiências institucionais da União Económica e Monetária e da moeda única estiveram na base da crise da zona euro e no sofrimento de milhões de pessoas que perderam emprego e condições de vida digna”.

O socialista Fernando Medina frisou que, em resultado daquela crise, se registou um “desgaste democrático” e considerou que os “bloqueios ainda estão no fundamental por resolver”, exigindo-se ainda “uma participação ativa, informada e lúcida” na negociação sobre o “futuro da União Europeia.

“A nossa afirmação soberana faz-se e fará no quadro fundamental do projeto europeu e da moeda única”, reforçou, no seu discurso na cerimónia, que contou com a presença do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, do primeiro-ministro, António Costa, do presidente da Assembleia da República, Ferro Rodrigues, e o ministro da Defesa, Azeredo Lopes, entre outras individualidades civis e militares.

O autarca aproveitou ainda para anunciar que a câmara iniciará em 2018 o projeto de reabilitação do Palácio da Independência Nacional, no Rossio, onde se preparou a restauração, visando instalar, em conjunto com a Sociedade Histórica da Independência de Portugal, um “centro interpretativo”.

“Será mais uma oportunidade para a dar a conhecer a nossa História e para consolidarmos esta nossa ideia democrática e pluralista de Portugal, transmitindo às novas gerações e mostrando-a com orgulho cosmopolita a todos que nos visitam”, declarou. (Notícias ao Minuto)

por Lusa

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