Bomba que matou jornalista em Malta terá sido acionada a partir do mar

Prosseguem as investigações ao assassinato de Daphne Caruana Galizia, jornalista que abalou os poderosos em Malta e que foi assassinada à bomba.

Daphne Caruana Galizia foi assassinada no passado mês de outubro, quando seguia no seu carro.

A jornalista que se dedicava a trabalhos que expunham esquemas de corrupção no seu país foi morta na sequência de uma explosão. O caso levou a protestos no país. Até ao momento há três homens sob custódia suspeitos do assassinato e que afirmam estar inocentes.

Entretanto vão-se descobrindo mais pormenores em torno do caso.

Conta a ABC que os investigadores responsáveis pelo caso acreditam que a explosão que destruiu o carro da jornalista e lhe roubou a vida terá sido acionada através de uma chamada telefónica, feita a partir de uma embarcação que se encontrava no mar.

A equipa de investigação maltesa tem contado com a ajuda de elementos do FBI, chamados a pedido do governo de Malta.

Esta tese surge na sequência da descoberta de um número de telemóvel que recebeu uma mensagem na altura em que se deu a explosão. O número em causa não estaria associado a um telemóvel mas sim a um circuito usado precisamente com dispositivos que funcionam por controlo remoto. (Notícias ao Minuto)

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