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Angola e Moçambique com mais mortes por malária entre os lusófonos, alerta OMS

A Organização Mundial da Saúde (OMS) revela que Angola e Moçambique estão entre os 15 países onde houve 80% das mortes por malária em 2016.

Em território angolano, mais de 15,9 mil pessoas morreram no ano passado dos 7,6 milhões de pacientes. O número equivale a 3 % das infecções em países com mais casos fatais”, revela um relatório da OMS divulgado esta semana em Genebra.

Segundo o documento, em Moçambique, pelo menos 1.865 pessoas perderam a vida por causa da malária entre os mais de 15,4 milhões de casos registados no ano passado. O número corresponde a 4% das vítimas da infecção nos países mais afectados.

A malária provocou a morte de 191 pessoas na Guiné-Bissau. Entretanto, o relatório regista números mais baixos em Cabo Verde onde uma pessoa perdeu a vida dos mais de 8,3 mil pacientes.

São Tomé e Príncipe não notifica casos de malária desde 2014. O mesmo acontece com Timor-Leste onde há dois anos não ocorrem mortes por causa da malária.

Já no Brasil, houve 37 óbitos registados entre os mais de 1,3 milhão de casos, deixando de ser o país com o maior fardo da doença nas Américas.

Segundo dados mais recentes das autoridades sanitárias do país, a malária causa anualmente, em Angola, a morte a quase nove mil pessoas e cerca de três milhões de casos são registados todos os anos.

As zonas do norte de Angola continuam a ser as mais afectadas devido às suas características geográficas, sendo as regiões mais endémicas as províncias de Cabinda, Zaire, Uíge, Cuanza Norte e Cuanza Sul, Malange, e as Lundas Norte e Sul. (Novo Jornal Online)

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