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Crimes aumentaram em 2017

Foram registados em todo o país 112 crimes (mais quatro que em 2016), dos quais 86 foram encaminhados para os órgãos de Justiça e detidos 116 cidadãos (mais 20 que no ano passado).

Em relação à tipicidade dos crimes, houve 31 ofensas corporais (mais seis que em igual período do ano passado), com 30 casos enviados aos órgãos competentes e 42 detidos, dez crimes de roubo (menos cinco que em 2016) com 11 detidos, maioritariamente em Luanda, com quatro casos, bem como 27 furtos (mais dois que em 2016), com 15 esclarecidos e 23 detidos.

Caetano Quiar disse que houve sete crimes praticados com recurso a arma de fogo (menos cinco que em 2016), dos quais se destacam um homicídio voluntário, um homicídio involuntário, duas ofensas corporais e três roubos na via pública. Estas ocorrências foram registadas nas províncias de Luanda, com três casos, Huíla, Uíge, Cuanza-Sul e Moxico, com um caso cada.

Factores relevantes
No Uíge, o cidadão identificado por Manuel Feliciano, 38 anos, atingiu mortalmente com um tiro de caçadeira na cabeça o seu companheiro de profissão, Monteiro João, de 38 anos.O episódio teve lugar por volta da meia noite do dia 25, no município de Ambuíla, quando ambos foram caçar, tendo confundido o movimento da vítima com a de um animal, atingindo-o na cabeça.

Em Cabinda, segundo Caetano Quiar, foi detido um cidadão de 29 anos, que fazendo-se passar por agente da Polícia Nacional extorquia dinheiro a vários cidadãos. O caso teve lugar no bairro Tenente-coronel Kimba, por volta da meia noite. No Zaire, na fronteira do Luvo, foram apreendidos 400 litros de gasóleo e repatriou 100 cidadãos estrangeiros por situação migratória ilegal nas províncias de Cabinda, Lunda-Norte, Bengo e Zaire.

O Serviço de Protecção Civil e Bombeiros registou 16 ocorrências, menos 16 que no ano passado, que provocaram cinco mortos e 11 feridos. Das ocorrências, sete foram incêndios, quatro resgates de cadáveres nas províncias de Cabinda, Cuando Cubango, Luanda e Cuanza-Norte, que provocaram cinco mortos (menos oito que em 2016) e 11 feridos. (Jornal de Angola)

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