Notícias de Angola - Toda a informação sobre Angola, notícias, desporto, amizade, imóveis, mulher, saúde, classificados, auto, musica, videos, turismo, leilões, fotos

Facebook deixa de sinalizar ‘fake news’ e cria nova estratégia

Rede social passará a relacionar notícias de médias confiáveis às notícias consideradas duvidosas.

Depois de ter constatado a complexidade da luta contra as “fake news” (notícias falsas) que pipocam nas redes sociais, o Facebook anunciou na quinta-feira (21), nos Estados Unidos, uma nova estratégia para denunciá-las e deixará de sinalizá-las.

No ano passado, o grupo lançou uma série de medidas destinadas a reduzir a circulação de informações falsas, sobretudo minimizando a difusão de publicações procedentes de fontes duvidosas, desenvolvendo alianças com organizações exteriores que verificam as informações (“fact-checking”) e colocando um ícone com formato de triângulo vermelho (“red flag”) perto de algumas publicações consideradas “fake news”, segundo os critérios do “fact-checking”.

No entanto, o Facebook considera que o ícone de advertência não só não é eficaz, como pode produzir o efeito contrário.

Conversando com usuários “percebemos que caçar a desinformação é um desafio”, escrevem os responsáveis encarregados deste assunto no Facebook.

A rede social propõe relacionar notícias de veículos associados que se encarregam do “fact-checking” sobre o conteúdo que for duvidoso, agregando esse material às notícias que foram consideradas falsas.

Segundo o grupo, que começou a implementar essa nova ideia há alguns meses, essa prática limita o número de vezes que se compartilham informações falsas.

Como acontece com Twitter e Google, o Facebook é acusado de servir de plataforma para “fake news”, acusações que têm tido um viés bastante político desde a eleição de Donald Trump e as acusações contra a Rússia por parte de Washington de ter tratado de influenciar na campanha eleitoral utilizando, entre outros, as redes sociais.

A Agência France Presse (AFP) esta entre os veículos associados ao Facebook para fazer o “fact-checking”. G1)

por AFP

Deixe um comentário

Seu endereço de email não será publicado.

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.

Este site usa cookies para melhorar sua experiência. Vamos supor que você está bem com isso, mas você pode optar por sair, se desejar. Aceitar Leia mais

Translate »