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ENDE vai construir novas subestações

A Empresa Nacional de Distribuição de Electricidade (ENDE) começa a construir em breve, em cinco províncias do país, nove subestações e a montagem de mil postos de transformação, para beneficiar pelo menos 310 mil novos clientes.

A informação foi avançada nesta sexta-feira, pela nova presidente do conselho de administração da ENDE, Ruth de Nascimento Safeca, à margem da cerimónia de tomada de posse dos membros dos conselhos de administração das empresas públicas do sector dos transportes, energia e águas, presidida pelo ministro de Estadodo Desenvolvimento Económico e Social, Manuel Nunes Júnior

O referido projecto, segundo a gestora, conta com uma linha de crédito da China e vai abranger as províncias de Luanda, Benguela, Huila, Cabinda e Huambo, com vista a garantir maior acesso da população à electricidade.

Por outro lado, realçou que o plano estratégico da empresa visa dar continuidade a implementação do projecto de melhoria da prestação de serviço, massificação da montagem de contadores de pré-pagamento, redução das perdas técnicas, garantia da maximização da receita e a redução de custos.

Por seu turno, o novo Presidente do Conselho de Administração Empresa Publica de Águas (EPAL-E.P), Diógenes Orsini Diogo, manifestou a intenção de modernizar a empresa, com a criação de um sistema de telemetria e telegestão da água.

Segundo disse, estes sistemas permitirão a monitorização e controlo em tempo real do sistema, permitindo o conhecimento das reais condições de escoamento, bem como a pronta actuação perante as solicitações e ocorrências diárias.

Na cerimónia, o ministro de Estado do Desenvolvimento Económico e Social, Manuel Nunes Júnior, exortou as empresas públicas a primarem pela eficácia e eficiência dos seus serviços, acabando com a ideia errada de que as empresas públicas não precisam ser eficientes.

“Não está provado nem do ponto de vista teórico nem do ponto de vista empírico que as empresas públicas não podem ser eficientes. As empresas púbicas estão no mercado e dentro do mercado competem com outras empresas de todo o tipo, enfrentando por isso um ambiente de concorrência e, se elas não forem eficientes terão de sair do mercado”, disse.

Frisou que as empresas públicas, além de terem de cumprir o seu objecto social, deverão trabalhar sempre para serem eficientes e capazes de atingir os seus objectivos com o mínimo de custos. (Angop)

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