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Bebés híbridos e fim da sociedade: o que trarão robôs sexuais?

O canal RT participou de uma conferência chamada “Amor e robôs sexuais”, celebrada nesta semana em Londres, Reino Unido, evento este que contou com participação de especialistas em ética, inteligência artificial e genética, em informática e desenvolvedores de brinquedos sexuais.

Adrian David Cheok, professor da Universidade de Londres e um dos organizadores do evento, assegura que o amor entre humanos e robôs será em breve algo habitual. “Na medida em que robôs se tornam mais inteligentes e reais, mais pessoas se apaixonarão por eles e, consequentemente, terão relações sexuais”, estima Cheok.


Robôs podem vir a evitar pedofilia?

Por sua vez, o autor do livro “Amor e sexo com robôs”, David Levy, considera que robôs já desempenham um papel importante na sociedade: “Há milhões de pessoas que, por uma ou outra razão, não têm ninguém para amar, nem alguém que os ama”, podendo, assim, ocupar este vácuo da sua vida com robôs sexuais.

Marc Behrendt, filósofo e especialista em ética robótica da Universidade Livre de Bruxelas, Bélgica, explica que robôs sexuais com traços infantis “poderiam ser usados na reabilitação de doentes sexuais” para “prevenir delitos contra crianças”. Consciente de que essa opção “pode parecer imoral, absurda e chocante”, esse analista argumenta que poderia ser uma forma de proteger crianças de “predadores”.

David Levy opina que é demasiado cedo para afirmar que robôs sexuais infantis ajudarão a prevenir delitos de pedofilia.

Bebés humanoides

Graças aos avanços nos estudos de células-tronco, inteligência artificial, genética e robótica, é possível que humanos e robôs possam ter filhos juntos e criar uma nova espécie híbrida no futuro, estipula David Levy.

Kathleen Richardson, professora de Ética da Universidade de Montfort, Reino Unido, adverte que as pessoas deveriam temer robôs sexuais porque, se não forem tomadas medidas para desacelerar o crescimento desta indústria, “a sociedade chegará ao fim”. (Sputnik)

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