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Macau e China assinam dois acordos para apoiar integração

O Governo de Macau e a China assinaram hoje dois acordos, um de investimento e outro de cooperação económica e técnica, que vão apoiar a cidade na integração no desenvolvimento do país.

Na cerimónia de assinatura, o secretário para a Economia e Fiananças, Lionel Leong Vai Tac, afirmou que estes dois acordos vão permitir alargar o espaço de desenvolvimento para as pequenas e médias empresas, profissionais e jovens de Macau, bem como “o desenvolvimento da diversificação adequada da economia de Macau”.

O “acordo de investimento” e o “acordo de cooperação económica” integram o “acordo de estreitamento das relações económicas e comerciais entre o interior da China e Macau” (CEPA) e pretendem “impulsionar uma maior integração na vertente económica e concretizar o desenvolvimento comum”, afirmou Leong Vai Tac.

O responsável acrescentou que o acordo de investimento vem colmatar lacunas na área do investimento de Macau no estrangeiro, como acesso e proteção, além de estabelecer o mecanismo de resolução de conflitos sobre investimento entre as duas partes.

Já o acordo de cooperação económica e técnica afirma a participação da Região Administrativa Especial no processo de construção da iniciativa chinesa “Uma Faixa, Uma Rota”, apoiando Macau na construção da plataforma de serviços para a cooperação comercial entre a China e os países de língua portuguesa, afirmou.

Este acordo cobre ainda 14 áreas de cooperação, como turismo, medicina tradicional chinesa, serviços financeiros, comércio eletrónico, proteção ambiental, assuntos culturais, educação, pequenas e médias empresas, e propriedade intelectual, entre outras.

A vice-ministra do Comércio chinesa, Gao Yan, considerou que, através do acordo CEPA, China e Macau concretizaram “a liberalização total do comércio de mercadorias e a liberalização básica do comércio de serviços”, ao mesmo tempo que “adotaram medidas de facilitação do comércio e investimento eficientes”.

O CEPA entre o Interior da China e Macau foi posto em prática em 2004, para reforçar a cooperação comercial e de investimento, bem como o fomento do desenvolvimento comum. (Diário de Notícias)

por Lusa

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