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Tanzânia pede inquérito à ONU sobre seus Capacetes Azuis mortos na RDC

O primeiro-ministro da Tanzânia, Kassim Majaliwa, pediu hoje , quinta-feira, em Dar-Es-Sallam, um inquérito à ONU sobre a morte de 14 Capacetes Azuis da Tanzânia, ocorrida a semana passada num ataque em Semuliki, leste da RDC.

Esse ataque é o pior sofrido por uma missão da ONU desde a morte de 24 Capacetes Azuis paquistaneses na capital somalí, Mogadíscio em Junho de 1993.

“O governo tanzaniano pede às Nações Unidas para levar a cabo um verdadeiro inquérito, aturado e transparente” disse Majaliwa durante uma cerimónia em Dar-Es-Salam em honra dos soldados tombados, cujos corpos foram repatriados segunda-feira.

Acrescentou que o governo do seu país espera que o inquérito seja feito rapidamente, disse o político na presença do secretário geral adjunto da ONU encarregado das missões de manutenção de paz, Jean-Pierre Lacroix.

O chefe das Forças Armadas Tanzanianas, general Venance Mabeyo, indicou ao dirigente da ONU que um soldado tanzaniano continua desaparecido, após o ataque em que mais de 14 outros foram mortos, 44 feridos que recebem tratamento médico em Goma (leste da RDC), em Kinshasa e em Kampala (Uganda).

O ataque sobre a base da ONU em Semuliki, na província do Kivu-Norte, teve lugar a 7 de Dezembro a noite. A ONU atribui esse assalto a membros presumidos das ADF (Allied Defense Force – Forças de Defesa Aliadas), milícias ugandesas muçulmanas.

A ADF é um grupo armado ugandês muçulmano activo no Kivu-Norte, um província da RDC fronteiriça com o Uganda, eles combatem o poder do presidente ugandês, Yoweri Museveni. (Angop)

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