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Ravinas ameaçam dezenas de casas no Cunhinga

Cerca de 100 famílias da vila do Cunhinga, a 30 quilómetros a nordeste da cidade do Cuito, capital do Bié, estão na iminência de perder as suas residências em consequência da progressão de várias ravinas, constatou o Jornal de Angola no local.

As casas em perigo de destruição pela progressão das ravinas foram construídas no âmbito do programa do Governo Provincial de construção de 200 fogos habitacionais. Com às fortes chuvas que se abatem esta época sobre à região, o perigo de desabamento das residências tornaou-se cada vez mais iminente. As referidas ravinas ameaçam ainda interromper o troço rodoviário entre a vila do Cunhinga e a cidade do Cuito, o que levou já às autoridades da província a tomarem medidas para impedir a corrente das águas e evitar a sua progressão.

A população local clama pela intervenção do governo, uma vez que as ravinas ameaçam engolir a vila. Bartolomeu Londaca, um dos residentes da vila do Cunhinga, disse que já não se consegue entrar com os carros no projecto habitacional das casas sociais devido às ravinas. “Somos forçados a deixar as viaturas no centro do município, a cerca de um quilómetro, isso porque a ravina destruiu a estrada e continua a crescer, ameaçando engolir muitas casas”, relatou.

“ Só os carros ligeiros e com tracção circulam até à zona onde foram construídas às 100 residências sociais”, acrescentou Bartolomeu Londaca.

Florinda Napesse, outra moradora de Cunhinga lamentou o facto de “as autoridades competentes estarem a fazer muito pouco” para impedir a progressão das ravinas. “Estas ravinas constituem uma grande ameaça à sede municipal e um perigo enorme para as populações.

Neste momento muitas famílias já foram obrigadas a abandonar as suas moradias”, afirmou. Florinda Napesse receia que os automobilistas, ao circularem na via afectada pelas ravinas, acabem por resvalar em buracos. (Jornal de Angola)

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