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Cinema lusófono em cartaz no Festival de Macau

“A fábrica de nada”, do português Pedro Pinho, premiado em Cannes em Maio passado na Quinzena dos realizadores, e “As boas maneiras” dos brasileiros Juliana Rojas e Marcos Dutra são filmes lusófonos com projecção no Festival internacional de cinema de Macau.

O certame decorre até dia 14 em vários recintos desta agora região administrativa especial da China, nomeadamente no seu Centro cultural.

Os filmes vêm de todo o mundo e também de Portugal, que só em 1999 deixou de administrar o território, ou do Brasil.

“A fábrica de nada”, longa metragem de três horas do português Pedro Pinho, fora premiada em Maio passado no Festival de cinema de Cannes, sul da França, no âmbito da Quinzena dos realizadores está aqui em cartaz.

Um retrato da austeridade em Portugal com uma fábrica prestes a encerrar e a luta dos respectivos trabalhadores para a salvar. Um filme de três horas que conta com toda uma parte musical e de dança.

“As boas maneiras” dos brasileiros Marcos Dutra e Juliana Rojas, por sua vez, leva-nos até ao universo do fantástico com uma estranha relação entre uma criada e a sua patroa grávida, com um lobisomem a pairar nas redondezas.

Estas são duas propostas lusófonas em projecção num festival que se afirma determinado em continar a fazer a ponte entre o Oriente e o Ocidente, a exemplo do papel desempenhado na história por este antigo território português no Sul da China. (RFI)

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