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Governador de Luanda promete conclusão das obras da morgue do Kapalanga

O estado actual da futura morgue do bairro Kapalanga, no município de Viana, cujas obras iniciaram em 2011 e paralisaram um ano mais tarde, é desolador, considerou hoje, terça-feira, o governador provincial de Luanda, Adriano Mendes de Carvalho.

Segundo o governante, que falava no seguimento de uma visita às infra-estruturas sócio-económicas e zonas críticas da referida circunscrição, a realidade da morgue não é agradável de se ver, é extremamente triste, e a mesma já deveria estar pronta.

“Tudo faremos no sentido de terminarmos essa obra, pois, não fica nada bem que alguém que se encontra no município de Viana, ou particularmente no Kapalanga, caso tenha um cadáver de um parente, tenha que levá-lo até ao hospital Josina Machel, que fica muito distante”, disse.

A morgue do Kapalanga terá capacidade para cerca de 60 gavetas e já custou aos cofres do estado, o equivalente a três milhões de dólares norte americanos.

Adriano Mendes de Carvalho assegurou que já existe um processo no governo da província, de descentralização, para que todos os municípios possam vir a ter serviços eficientes em termos de hospitais, água e luz.

“A prioridade é a melhoria da qualidade de atendimento nos hospitais, de modo a se evitarem mortes desnecessárias, mas também devemos prestar especial atenção às morgues, para tratarmos os cadáveres nas comunidades com a dignidade que se exige”, enfatizou.

Na mesma senda, adiantou que vão notificar a empresa que começou a construir a morgue, que está completamente vandalizada, para que se definam os futuros passos.

Por outro lado, disse que o governo aceita a decisão dos enfermeiros que decidiram não prescrever receitas médicas, mas que convém esclarecer que isso não acontece apenas nos hospitais do Estado.

“Os enfermeiros não devem prescrever até nos postos médicos de carácter privado, onde esta mensagem deve ser afixada”, explicou.

O governador enfatizou que têm consciência que os enfermeiros também trabalham em centros ou hospitais privados e que essa medida é extensiva a essas unidades.

“Aceitamos a posição dos enfermeiros, vamos ver nos próximos tempos mecanismos para regulamentar essa situação, pois acreditamos que cada caso é um caso e municípios como Icolo e Bengo, Cacuaco, Viana, Quiçama, onde não existem médicos, é lógico que podemos ter uma atenção especial para com os enfermeiros que ali trabalham”, clarificou.

“Agora, os enfermeiros que se encontram no centro da cidade, não faz sentido continuarem a prescrever receitas, quando os médicos lá estão”, defendeu.

Quanto aos subsídios exigidos pela referida classe, disse que o problema é de nível nacional e que as instituições afins estão a analisar as formas de resolução dessa questão.

Adriano Mendes de Carvalho visitou ainda a bacia de retenção de águas pluviais do Taki, na sede municipal de Viana, a zona dos quatro campos, no Luanda Sul, ravina da Caop B e Zango III, onde mandou paralisar algumas obras de moradias em curso. (Angop)

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