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Cuanza Norte: Falta de especialistas trava funcionamento do raio X

Os serviços de raio X (radiologia) do Centro de Saúde do bairro Sassa, periferia da cidade de Ndalatando, capital da província do Cuanza Norte, continua sem funcionar, por falta de técnicos especializados na área, lamentou hoje o director de enfermagem da unidade sanitária, Daniel Nzinga.

Em declarações à Angop, Daniel Nzinga disse que o centro de saúde está equipado com meios modernos de raio X e de estomatologia, mas que se encontram inoperantes desde a inauguração da unidade sanitária, por falta de especialistas capazes de pô-los a funcionar.

O responsável referiu que a unidade sanitária precisa de regularizar a situação desses serviços, em função dos vários casos que chegam à unidade, com necessidade de intervenção dessas áreas, que não podem ser atendidos no centro por inoperância dos referidos serviços.

Salientou que há um esforço grande das autoridades governamentais para porém a funcionar estes serviços o mais breve possível.

Avançou que o centro conta ainda com serviços de maternidade, vacinação, planeamento familiar, laboratório de análises clínicaa, farmácia, banco de urgência, pediatria e uma morgue com seis gavetas.

Acrescentou que o atendimento hospitalar decorre com toda a normalidade, embora tenha aqueles serviços inoperantes por falta de técnicos especializados.

“Mesmo assim, conseguimos garantir assistência médica e medicamentosa à população sem sobressaltos”, disse.

Realçou a importância desta unidade sanitária no asseguramento dos serviços de saúde às populações dos bairros suburbanos da cidade capital da província do Cuanza Norte, bem como a ajuda que presta no atendimento de doentes que acorrem ao hospital provincial com patologias que podem ser tratadas nas unidades da periferia.

A unidade hospitalar, com uma capacidade de 26 camas, atende entre 100 a 120 pacientes/dia nas áreas de pediatria, maternidade, medicina, entre outras,

Trinta e cinco técnicos de saúde, entre enfermeiros e auxiliares de enfermagem e uma médica, asseguram o funcionamento da instituição.

A malária e as doenças respiratórias foram apontadas como sendo as patologias mais frequentes na unidade sanitária que se debate também com uma gritante falta de fármacos e meios gastáveis.

A degradação do imóvel, que carece de pinturas e outros melhoramentos, bem como a falta de água canalizada constam entre as preocupações da direcção da unidade sanitária.

A infraestrutura foi Inaugurada em 2010 pelo então ministro da Saúde, José Van-Dúnem, apetrechado com equipamentos modernos, num investimento que custou aos cofres do Estado cerca de quatro milhões de dólares americanos, visando melhorar a assistência medica e medicamentosa as populações. (Angop)

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