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Artista angolano foi vítima na Ucrânia de violência física em consequência de racismo

O kudurista Bruno Vaidade recentemente passou por uma situação muito desagradável na Ucrânia quando voltava de uma apresentação musical na cidade de Dnipro no dia 11 de Novembro.

O artista foi convidado para cantar na Gala da Dipanda, uma festa organizada por angolanos que residem na Ucrânia a fim de celebrar a independência de Angola.

“É habitual aqui na Ucrânia todos os anos os presidentes das comunidades escolherem uma cidade para organizar o evento Gala da Dipanda, e esse ano calhou na cidade de Dnipro”

Vaidade conta que foi bem recebido e que tudo correu tranquilamente em Dnipro. Inclusive nessa festa foi escolhido o melhor músico da Ucrânia de 2017.

O incidente aconteceu quando o kudurista voltava de comboio para Ivano-Frankivsk, cidade onde mora e estuda.

Enquanto aguardava em uma carruagem diferente o seu telefone carregar, conversava com um funcionário do vagão, quando ouviu um insulto de um passageiro.

“Não conversa com este estrangeiro. Ele é negro,” lembra Vaidade, que preferiu sair dali e aguardar em outro lugar o seu telefone carregar.

Quando o comboio parou na cidade seguinte o kudurista voltou a falar com o funcionário da carruagem e o passageiro insultou Vaidade mais uma vez dizendo. “Não conversa com esse negro”. E logo depois deu um soco no artista, que se defendeu.

Em seguida, outros três ucranianos se aproximaram, sendo que um deles bateu com um copo na cabeça de Bruno Vaidade.

“Infelizmente aqui o racismo é de alto nível mesmo ”

Os homens se acalmaram depois que o funcionário ameaçou chamar a polícia. Felizmente o kudurista angolano não ficou ferido. (Voa)

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