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Mais de 140 pessoas morrem no Hospital Geral do Moxico

Cento e 42 pessoas morreram durante o III trimestre do ano em curso, no Hospital Geral do Moxico (HGM)), de várias doenças, menos 21 em comparação com igual período anterior, indica uma nota daquela unidade hospitalar entregue hoje, segunda – feira, à Angop, no Luena.

A nota esclarece que as doenças respiratórias agudas foram as que mais vítimas fizeram (39), seguido por malária (36), doenças diarreicas agudas (13), hipertensão arterial (12), VIH/Sida (09), diabete (08), febre tifóide (07), anemia igual numero, má nutrição (05) acidente vascular cerebral (04) e acidentes de viação (02).

No mesmo período, acrescenta o documento, o maior hospital da província atendeu 19 mil 353 pacientes, dos quais 10 mil 847 foram transferidos para a pediatria, 8 mil 505 assistidos nas distintas enfermarias da instituição e 17 mil 610 tiveram alta por melhoria.

Enquanto isso, 11 pessoas morreram de tuberculose de Janeiro a data presente, no hospital do município fronteiriço dos Bundas, contra cinco do homólogo período de 2016, informou hoje, segunda-feira, o director municipal de saúde, Orlando Duarte.

Em declarações à Angop, o responsável esclareceu que, no mesmo período, foram diagnosticados 213 novos casos da patologia, por alegada deficiente observação das regras de prevenção por parte da população.

Apontou o abandono do tratamento, como sendo outro problema que enfrenta o Centro local de tratamento da tuberculose e lepra, adiantando que os técnicos de saúde continuarão a realizar palestras com vista a transmitir as formas de prevenção em todas comunidades.

A malária, doenças respiratórias agudas, hipertensão, infecções de transmissão sexual, são as patologias mais frequentes na unidade sanitária da circunscrição que a 335 quilómetros a sul da cidade do Luena, capital da província do Moxico. (Angop)

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