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Manifestação: milhares de trabalhadores esperados nas ruas de Lisboa

A CGTP convocou os trabalhadores dos setores público e privado, jovens, reformados e desempregados para “uma grande manifestação nacional” a decorrer hoje em Lisboa.

A Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses — Intersindical Nacional (CGTP-IN) espera dezenas de milhares de trabalhadores na manifestação de hoje, de acordo com comunicado enviado às redações. A organização sindical acredita que os “trabalhadores, vindos de todo o país”, vão expressar na capital as reivindicações dos locais de trabalho, empresas e serviços, designadamente da administração pública, central e local.

O sindicato reconheceu e aplaudiu as medidas de recuperação de rendimentos e direitos, estabelecidos no Orçamento de Estado para 2018, e a consolidação das normas em favor dos trabalhadores adoptadas nos últimos dois anos. “Contudo, considera-se que a resposta está longe do necessário e possível e que é preciso repor, de forma mais consistente, rendimentos e direitos, exigindo-se o aumento geral dos salários, a fixação do salário mínimo nacional em 600€ em janeiro de 2018”, refere a CGTP.

A CGTP convocou os trabalhadores dos setores público e privado, jovens, reformados e desempregados para “uma grande manifestação nacional” em Lisboa a 18 de novembro. Para o sindicato, este é o momento de pôr os direitos fundamentais dos trabalhadores e do povo acima dos “ditames” da União Europeia, lutando pelo “combate à precariedade” e pela “implementação de uma política que assegure a estabilidade no emprego e respeite os direitos dos trabalhadores de todos os sectores de atividade”.

O líder da intersindical nacional, Arménio Carlos, anunciou a manifestação no encontro nacional da CGTP-In, explicando que esta é uma luta pela “valorização do trabalho e dos trabalhadores, pela exigência do aprofundamento do rumo de reposição e conquista de direitos e pelo combate às injustiças e desigualdades”, entre outras reivindicações.

Arménio Carlos anunciou ainda uma campanha de luta contra a precariedade, através do lançamento de uma petição nacional que, na sua opinião, vai “ser um marco no combate à precariedade”. (Jornal Económico)

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