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Fundo Soberano emite comunicado em resposta aos “falsos rumores” sobre a saída iminente de Zenú

O Fundo Soberano de Angola vem a terreiro afirmar que José Filomeno dos Santos (Zenú) não está de saída, contrariando os “falsos rumores que têm circulado numa determinada secção dos media sobre a demissão do PCA do FSDEA”.

Na nota, que está disponível no site da instituição e tem sido partilhada na página de Facebook do FSDEA, lê-se ainda que “ao longo dos últimos anos, a equipa do FSDEA tem dedicado esforços e recursos para estabelecer uma instituição com uma estrutura de governança sólida capaz de implementar a política de investimento definida pelo Governo Angolano”.

O comunicado de imprensa informa que, “em 2014, o FSDEA estabeleceu sete programas de investimento colectivo para implementar investimentos de private equity em infraestrutura, hotelaria, agricultura, madeira, saúde, mineração e financiamento estruturado em Angola e na região subsaariana mais ampla”.

A nota refere ainda que “de acordo com os resultados auditados do FSDEA para 2016, os quais foram auditados de forma independente pela Deloitte and Touche pelo quarto ano consecutivo, foi atingido um resultado líquido de USD 44 milhões”, como resultado “de decisões prudentes de investimento e retornos positivos dos investimentos nos sectores da agricultura e infraestrutura”.

No documento surge ainda a informação de que no mesmo período do relatório, o Fundo registou também uma redução de 40% nas despesas operacionais, em comparação com 2015″

“Em 2016, o Fundo tornou-se na primeira instituição angolana totalmente comprometida com o nível de rigor e transparência exigido pelas IFRS”, pode também ler-se.

Uma nota no final de página do comunicado garante que a equipa “está extremamente satisfeita com os muitos sucessos que alcançou num curto período de tempo” e afirmar que o Fundo Soberano de Angola “continua inalterado por estas notícias enganosas e continuará com o seu mandato a realizar investimentos prudentes e de apoios ao desenvolvimento do sector não-petrolífero em Angola”. (Novo Jornal Online)

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