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BNA dita critérios de venda de divisas para cobertura de operações

Cinquenta mil dólares norte-americanos é o valor fixado pelo Banco Nacional de Angola (BNA), que cada banco comercial vai passar a receber para a cobertura de operações de particulares e cartões de marca internacional, soube hoje, sexta-feira, a Angop.

Este critério do banco central adoptado para o apuramento da venda de divisas para a cobertura de operações de particulares e cartões de marca internacional, urge da necessidade de se ajustar a metodologia de atribuição de moeda estrangeira aos bancos comerciais nas sessões de venda, enquanto não é reposta o sistema de leilões.

Este sistema de leilões, segundo o BNA, diz respeito às operações para cobertura de operações privadas com viagens, ajuda familiar, saúde, educação, salários de trabalhadores expatriados, remessa de dinheiro e cartões de marca internacional.

A medida tomada visa conferir maior transparência ao processo e previsibilidade aos bancos, bem com reconhecer o esforço de capitação e de concessão de credito a particulares.

Desta feita, o Banco Nacional de Angola decide que, o diferencial entre o plafond de venda disponível para estas finalidades em cada sessão de venda e o montante total atribuído de acordo com o valor de 50 mil dólares norte-americanos será alocado em função da quota de mercado do segmento de particulares de cada um dos bancos.

Esclarece que, a referida quota de mercado que resulta da divisão da soma do valor dos depósitos e crédito liquido de previsões atribuíveis ao segmento de particulares em moeda nacional e estrangeira de cada banco, pelo total de depósitos e crédito liquido de provisões do mercado para esse segmento, é calculada utilizando os dados do fecho contabilístico do mês precedente.

No quadro desta medida, o BNA diz reservar-se ao direito de publicar o montante vendido a cada um dos participantes.

O Banco Nacional de Angola (BNA), na última sessão, duplicou a venda de divisas ao disponibilizar aos bancos comerciais 203,7 milhões de euros (227,6 milhões de dólares), para a cobertura de operações diversas.

Pelo menos EUR 158,5 milhões (80 porcento) destinou-se a para cobertura de operações de Bens Alimentares, EUR 14 mil para Ministérios e Organismos de Estado, EUR 8,9 milhões para cobertura de operações de Cartões de Crédito e EUR 8,9 milhões para cobertura de operações de Cartões de Crédito.

EUR 8,8 milhões para cobertura de operações do Sector da Indústria, EUR 4,5 milhões para cobertura de operações do Sector de Telecomunicações. (Angop)

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2 COMENTÁRIOS

  1. Bom dia !
    Eu tenho feito alguns comentários,sobre transferências ao nível particular,pk fui lesada,enganada e de certa forma burlada,pelo facilitismo do BNA,pela falta de controlo entre quem pede é quem recebe!
    Um cidadão português residente nesse país desde os anos 60 até ao momento,teve conhecimento de que tinha tido um problema grave de saúde.Ora não perdeu tempo e como as transferências segundo se consta estão difíceis arranjou forma para ter do documentos que provassem a necessidade de o conseguir e conseguiu.Pediu uma declaração médica facturas de despesas com a garantia que iria pagar as despesas se o banco autorizasse o referido montante 10.000,euros !A falta de atenção por parte do banco foi tão grande que não teve em conta a nome da pessoa que pediu a transferência com o titular das facturas que nem faz parte do titular da conta do emissor! O montante autorizado é transferido em fins do mês Março deste ano foi direitinho pra conta individual do dito português, ficando com tudo e pessoa lesada ficou sem documentos e sem dinheiro e colocou assim mal o médico pk até mesmo o documento dele baseava-se na necessidade de liquidar a dívida passado em meu nome! Não sei como o banco deixou e permitiu que esta situação grave podesse acontecer!Como eu vou pagar a despesa não sei,como eu vou limpar a imagem do médico que confiou também não,ter os documentos de volta também nao sei já os pedi várias vezes e nem respondem,talvez o BNA possa fazê-lo e repor a legalidade !A pessoa de quem eu falo é marido que me abandonou opoderou-se de todo património em Luanda,impediu o meu regresso por forma a não poder reivindicar o suor do meu trabalho,que desde 1967 a 2001 trabalhei nesse país e que em 2001 tive de regressar a Portugal por motivos graves de saúde,deste então não mais regressei Pk ele proibiu o meu regresso e agora comete está fraulde!e um direito que eu tenho é um dever que ele tem independente do rumo que te tomado!cump
    Fonte anónima por temer represálias
    Qualquer esclarecimento em privado’Obg
    MJN

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