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Diplomata angolano destaca importância e papel da CPLP

A importância da CPLP para Angola, por ser um palco de convergência de aspectos nos domínios da cooperação e parceria entre instituições governamentais e destas com as privadas, nos mais variados domínios, foi ressaltada esta terça-feira, em Maputo, pelo diplomata angolano Oliveira Francisco Encoge.

Segundo uma nota da representação diplomática angolana a que a Angop teve acesso esta quarta-feira, o diplomata referiu ainda que, do ponto de vista político, a CPLP é muito importante para Angola, dai que o país tudo fará, como consta no Programa do Governo, para que a sua presença continue a ser mais forte, uma vez que se quer que a organização chegue ao cidadã.

Oliveira Francisco Encoge, também director para a CPLP do Ministério das Relações Exteriores da República de Angola, fez este pronunciamento no Centro de análise estratégica para assuntos de defesa da CPLP, em Maputo, quando proferia uma palestra subordinada ao tema “Angola na CPLP – 20 anos”.

A palestra teve como objectivo central analisar a experiência de Angola, enquanto membro da comunidade, promover a reflexão e o debate junto dos estudantes finalistas do Instituto Superior de Relações Internacionais (ISRI), membros do Governo, forças armadas, Ministério do Interior, polícia e membros de Organizações da Sociedade Civil de Moçambique, bem como reflectir sobre as relações entre o país e os demais membros da CPLP nos mais variados domínios, ideia sustentada pela presença dos adidos militares do Brasil e de Portugal, no evento.

O responsável para as questões da CPLP no MIREX, disse também que outro factor que maximiza a importância da organização para Angola é o facto de, nela, Angola poder interagir em permanência com outras nações africanas que emanaram da mesma vivência da antiga potência colonizadora, designadamente Cabo Verde, Guiné Bissau, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor Leste e o Brasil, embora este último não seja país africano.

O embaixador Oliveira Francisco Encoge referiu ainda que muitas das iniciativas desenvolvidas no quadro da cooperação multilateral entre os países da CPLP são estimuladas por iniciativas privadas, fora do controlo dos próprios Governos, acabando por envolvê-los, posteriormente, sob a bandeira da Comunidade, daí que considera haver “necessidade de se ir afinando o mecanismo de controlo e acompanhamento destas boas iniciativas que se desenvolvem entre actores privados”.

A CPLP é uma Comunidade de Países com uma área territorial que ocupa 7,3 por cento da superfície continental da terra, constituída por nove membros, dez países observadores, está em quatro continentes (África, América, Ásia e Europa) e abrange três Uniões monetárias (Zona Euro, UEMOA, CEMAC).

Os Países da CPLP estão em seis comunidades regionais (EU, CEDEAO, CEEAC, SADC, MERCOSUL, ASEAN) e reúne um universo de 274 milhões de cidadãos. (Angop)

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