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Italianos convertidos a Jesus
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Italianos convertidos a Jesus

O Sporting pode não ter ganho um único jogo dos 13 que disputou em Itália, mas a pobre estatística leonina não chega para que os verde e brancos não devam ser tidos em conta. Mais que não seja por serem treinados por Jorge Jesus, um técnico de má memória para a Juventus.

“Atenção Juventus: este homem sabe como ganhar”, titulava ontem um suplemento da prestigiada ‘Gazzetta dello Sport’, numa edição com três páginas dedicadas aos leões. Jorge Jesus mereceu duas; Piccini ficou com a outra. Esta publicação recorda os melhores momentos da carreira de Jorge Jesus, sustentando o trabalho no sucesso obtido diante da própria Juventus, quando eliminou o rival de hoje mas ao comando do Benfica em plenas meias-finais da Liga Europa. Então em 2013/14, as águias de Jesus vencem os bianconeri na Luz por 2-1 (Garay e Lima contra Tévez), na 1ª mão; no desfecho da eliminatória, o Benfica aguenta o empate e qualifica-se para a final com o Sevilha (perderia nos penáltis), afastando a Juventus de um jogo que seria disputado… na sua própria casa.

Jesus é lembrado como “treinador recordista de títulos em Portugal”, com destaque para o triplete conquistado em 2014/15, antes de trocar o Benfica pelo Sporting e de erguer os troféus de campeonato, Taça de Portugal e Supertaça.

A paixão leonina

Ao longo do artigo, são recordadas expressões carismáticas de Jesus como que avisando o leitor que está perante um técnico fora do comum. “O treinador é um criador”, recorda-se, evocando Jesus. O passado de sportinguista e jogador do clube do coração não é esquecido. Nem as raízes: “O filho de Virgolino”, lembram os autores, assinalando que “também seu pai está na história do Sporting”. (Record)

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