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Na ONU, Trump ameaça “destruir completamente a Coreia do Norte”

No seu primeiro discurso na Assembleia Geral da ONU nesta terça-feira (19), o presidente dos EUA, Donald Trump, classificou o governo da Coreia do Norte como “louco”, uma “ditadura corrupta”, e afirmou que, se for ameaçado, não terá outra escolha a não ser “destruir completamente a Coreia do Norte”.

Trump afirma que “o mundo inteiro” está em perigo perante a ameaça nuclear da Coreia do Norte. Por isso, diz, “não teremos outra escolha que não destruir totalmente a Coreia do Norte”.

No entanto, pouco depois, o presidente norte-americano realçou que espera que não seja necessário chegar a tal ponto, sublinhando que a “desnuclearização é o único caminho aceitável”.

Agradecendo à China e à Rússia por terem alinhado ao lado de Washington nas sanções ao regime norte-coreano, Trump considera que Kim Jong-un está “numa missão suicida”.

Mas as ameaças não se ficaram pela Coreia do Norte. Como já era expectável, o Irão, que, segundo Trump, deseja a “destruição dos Estados Unidos de Israel”, foi o alvo seguinte.

“O governo iraniano mascara uma ditadura corrupta, mascarada de democracia. Transformou um país rico culturalmente num estado pária, que exporta violência, o derramamento de sangue e o caos”, precisou o presidente norte-americano, que causou o regime dos Ayatollahs de financiar grupos terroristas, como o Hezbollah, bem como o regime sírio de Bashar al-Assad.

Não foi, portanto, de estranhar que no discurso de Trump se seguisse o acordo nuclear estabelecido com Teerão, em 2015, uma conquista do mandato de Barack Obama. Para o actual presidente norte-americano, o acordo nuclear com o Irão foi “uma vergonha para os Estados Unidos”. (Notícias ao Minuto)

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