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Huíla: PCA do CFM alerta para riscos no vandalismo da linha férrea

O presidente do Conselho de Administração do Caminho-de-Ferro de Moçâmedes (CFM), Daniel Quipaxe, apelou, no Lubango, a população a se abster de práticas que danificam a linha férrea, pois é uma prática que põe em risco a vida de muitos utentes e circundantes do perímetro.

Em declarações à Angop, no quadros dos 112 anos da empresa, assinalados quinta-feira, o PCA disse tais acções individuais ou colectivas acabam por prejudicar um todo, provocando o descarrilamento de comboios e se tiver a transportar passageiros, cisternas de combustível, gás butano o perigo é maior, não só para as próprias infraestruturas, mas também para a população que vive nas proximidades da linha.

Lamentou o facto de ainda registarem alguns cidadãos que retiram a brita ao longo da linha férrea e de parafusos que sustentam as travessas na linha, para outros fins, o que danifica a estrutura daquele “bem comum”, cuja reposição tem custos avultados.

“Temos estado a combater este mal, contando com a colaboração das administrações municipais, agentes da polícia e das autoridades tradicionais, no sentido de sensibilizar as pessoas sobre os riscos que advêm da subtracção desse material. Só este mês, na zona da Bibala, no Namibe, foram retirados 78 parafusos da linha”, lamentou.

A reabilitação e modernização do CFM foi feita no período de 2006 a 2014, no âmbito da linha de crédito com a China, numa extensão de cerca de 905 quilómetros entre as províncias do Namibe, Huíla e Cuando Cubango.

Com seis locomotivas modernas, fazem dez frequências semanais, transportando perto de 90 mil passageiros e cinco mil toneladas de carga e factura 30 milhões de Kwanzas mensalmente. Conta actualmente com de mil e 570 trabalhadores. (Angop)

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