Cuanza Norte: Mulheres são aconselhadas a amamentar os seus bebés

Os resultados do inquérito de indicadores múltiplos de saúde, realizado entre 2015-2016, apresentados na semana finda em Ndalatando, pelo Instituto Nacional de Estatística.

Dão conta que 97 por cento das crianças no Cuanza-Norte são amamentadas dos zero aos dois anos, facto que proporciona um ambiente saudável na formação física e mental dos recém-nascidos.
De acordo com a técnica sénior do Instituto Nacional de Estatística Eliana Quintas, 38 por cento das crianças nascidas a nível das maternidades e salas de parto locais começaram a mamar dentro da primeira hora após o nascimento. Segundo a responsável, no Cuanza-Norte, 77 por cento das mulheres em idade fértil, entre os 15 e os 49 anos, têm pelo menos uma consulta pré-natal atendida por um profissional de saúde qualificado (médico, enfermeira ou parteira).

Eliana Quintas salientou que o inquérito, realizado em 16.109 agregados familiares, demonstra que a nível da região a taxa de mortalidade infantil à nascença é de 60 mortes em cada 1.000 crianças, sendo a infanto-juvenil taxada em 88 mortes por 1.000 nascidos vivos.

Ressaltou que durante o período de inquérito 30 por cento das crianças, entre os 12 e os 23 meses, receberam todas as vacinas básicas.

Segundo a especialista do Instituto Nacional de Estatística, 62 por cento das mulheres da província do Cuanza-Norte ainda realizam os partos em casa. “Pouco mais de um terço dos partos na província do Cuanza-Norte ocorrem numa unidade sanitária, principalmente no sector público”, disse.

Realçou que, actualmente, o uso de contraceptivos em mulheres sexualmente activas é de seis por cento, sendo que cinco por cento das mulheres casadas usam métodos contraceptivos modernos e um por cento usa um método tradicional. Os métodos contraceptivos modernos mais usados são as injecções (Jornal de Angola)

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