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Sociedade civil espera respostas fortes do novo Governo à seca no sul de Angola

Seca afecta um milhão de pessoas na Huíla, Namibe e Cunene.
Organizações da sociedade civil na Huíla esperam que o novo Governo liderado por João Lourenço ataque com políticas mais ousadas os problemas da seca que assolam a região sul de Angola.

A Acção de Desenvolvimento Rural e Ambiente, (ADRA), que desenvolve projectos de resiliência no município dos Gambos, um dos pontos críticos da seca, lembra que o problema no local é sério por isso a resposta deve estar à altura da situação.

O director da ADRA antena Huíla e Cunene, Simeone Chiculo, advoga uma grande intervenção do executivo, a par de outras sinergias em prol das comunidades dos Gambos.

«O epicentro dos efeitos negativos das mudanças climáticas em Angola é o sul quando falamos do sul se tivermos que descer mais no nosso caso concreto da Huíla é o município dos Gambos. E é ali no meu entender Angola, onde deveríamos unir mais esforços atinentes a criação de condições para a resiliência das famílias contra a este fenómeno».

Para a Associação Construindo Comunidades, (ACC), a seca no sul de Angola está na origem da fuga de centenas de crianças e jovens que procuram nos principais centros urbanos pela sobrevivência.

Na visão do director executivo daquela organização, Domingos Fingo, o Governo de João Lourenço, deve olhar com atenção e com incidência para os Gambos nos sectores da saúde e educação.

“O índice de analfabetismo é extremamente elevado. Eu não tenho receio de dizer que o índice de analfabetismo nessa região ronda a volta de 90 a 95 por cento é demasiado! Os postos de saúde ficam muito distanciados, o que não dá possibilidade as pessoas recorrerem a saúde, então pautam pela fitoterapia».

Dados indical que um milhão de pessoas enfrentam os efeitos das mudanças climáticas nas províncias da Huíla, Namibe e Cunene. (Voa)

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